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Volks demite; zika controlada?…

Trump e a Otan Após questionar a Otan, a aliança militar do Ocidente, o presidente americano eleito, Donald Trump, conversou por telefone com Jens Stoltenberg, diretor da organização. Segundo comunicado da Otan, os dois falaram sobre como a aliança “está se adaptando ao novo ambiente de segurança”, diante das constantes ameaças terroristas, e concordaram que […]

MAY: o Reino Unido está “preparado” para iniciar o Brexit em março do ano que vem / Toby Melville/ Reuters (Toby Melville/Reuters)

MAY: o Reino Unido está “preparado” para iniciar o Brexit em março do ano que vem / Toby Melville/ Reuters (Toby Melville/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 18 de novembro de 2016 às 17h58.

Última atualização em 23 de junho de 2017 às 19h22.

Trump e a Otan

Após questionar a Otan, a aliança militar do Ocidente, o presidente americano eleito, Donald Trump, conversou por telefone com Jens Stoltenberg, diretor da organização. Segundo comunicado da Otan, os dois falaram sobre como a aliança “está se adaptando ao novo ambiente de segurança”, diante das constantes ameaças terroristas, e concordaram que a Otan tem uma “importância contínua”. Durante sua campanha à presidência, Trump questionou a existência da Otan e criticou o fato de os Estados Unidos gastarem para proteger os aliados – os americanos respondem mais da metade do orçamento da Otan.

May: Reino Unido preparado

A premiê britânica Theresa May afirmou que o Reino Unido está “preparado” para iniciar o Brexit, processo de saída da União Europeia, em março do ano que vem. May afirmou que o processo será “ordenado e sem atritos”, satisfazendo os interesses britânicos e também dos “parceiros europeus”. Nesta sexta-feira, May se reuniu com a chanceler alemã Angela Merkel, após ter participado de uma reunião em Berlim com os líderes de Estados Unidos, França, Itália e Espanha. O encontro marcou a última visita do presidente americano Barack Obama à Europa antes de deixar o cargo, no fim deste ano.

Venezuela: presos políticos

Autoridades venezuelanas libertaram o ativista político Rosmit Mantilla, que estava preso há dois anos, acusado de ter liderado uma onda de protestos contra o governo. Mantilla é parte de um grupo de 130 presos políticos, como o líder da oposição Leopoldo López, e o ex-prefeito de Caracas, Antonio Ledezma. A oposição pede que todos sejam libertados. O presidente Nicolás Maduro afirmou que, na Venezuela, não existem “presos políticos”, mas “políticos presos”.

Fim da ameaça da zika?

A Organização Mundial da Saúde declarou que o vírus da zika e suas consequentes ameaças neurológicas não constituem mais uma emergência de saúde internacional, embora permaneçam sendo “um significativo desafio para a saúde pública”. “Estamos enviando a mensagem de que a zika está aqui para ficar”, disse Peter Salama, diretor-executivo da OMS. Transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti, o zika ganhou status de emergência mundial em fevereiro, após uma epidemia que se espalhou pela América Latina e chegou até mesmo aos Estados Unidos.

Volks demite

A montadora Volkswagen anunciou um plano de corte de custos que promete economizar 3,9 bilhões de dólares anualmente até 2020. A empresa também vai demitir 30.000 trabalhadores em todo o mundo, quase 5% do quadro de funcionários. A Alemanha deve sofrer dois terços dos cortes, mas as demissões também incluem o Brasil. Para o presidente da montadora, Herbert Diess, “a marca Volkswagen não dá dinheiro suficiente”.

Bloqueio do LinkedIn preocupa

O governo dos Estados Unidos afirmou que está “profundamente preocupado” com o bloqueio da rede social corporativa LinkedIn na Rússia. A embaixada americana no país acredita que o bloqueio pode servir de precedente para banir outros sites. Na quinta-feira, a rede social foi paralisada em todo o território russo devido a uma decisão judicial considerar que o LinkedIn violou uma lei que obriga as empresas a armazenarem informações apenas em servidores dentro da Rússia. É a primeira vez que uma rede social de grande porte é bloqueada no país.

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