O México enfrenta terremotos de forma recorrente (AFP)
Redação Exame
Publicado em 2 de janeiro de 2026 às 18h06.
"Ui, está tremendo", disse a presidente Claudia Sheinbaum no exato momento em que um terremoto de magnitude 6,5 sacudiu o México nesta sexta-feira, 2.
Ela falava a jornalistas quando sentiu o tremor, que atingiu a região sudeste do país e foi fortemente percebido na Cidade do México.
Uma sirene de alerta tocou imediatamente, e todos deixaram a sala. Ninguém no local ficou ferido. Veja vídeo:
O abalo teve epicentro no estado de Guerrero, na costa do Pacífico, próximo à cidade de Tecoanapa — a cerca de 300 quilômetros da capital mexicana. A profundidade foi de 35 quilômetros, considerada rasa pelo Serviço Geológico dos EUA (USGS), o que pode intensificar os efeitos do tremor em terra.
Doze pessoas ficaram feridas na capital, informou a prefeita Clara Brugada em suas redes sociais.
Além disso, a agência France Presse (AFP) relatou a morte acidental de um homem de 60 anos. Ele teria saído do apartamento, no segundo andar, tropeçou e perdeu a consciência durante o tremor. Paramédicos encontraram a vítima já sem sinais vitais ao chegarem ao local.
Moradores da Cidade do México relataram sentir fortes tremores. O país registra abalos sísmicos com frequência devido à sua localização geográfica. Veja vídeo:
O México enfrenta terremotos de forma recorrente.
Um dos mais devastadores da história recente aconteceu em 2017, quando um tremor de magnitude 8,1 deixou mais de 360 mortos e causou o colapso de diversas construções na capital.