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Papa denuncia genocídio armênio de 1915

Francisco já havia qualificado o massacre armênio de genocídio em abril de 2015 no Vaticano, o que provocou a ira de Ancara


	Genocídio: Francisco já havia qualificado o massacre armênio de genocídio em abril de 2015 no Vaticano, o que provocou a ira de Ancara
 (Getty Images)

Genocídio: Francisco já havia qualificado o massacre armênio de genocídio em abril de 2015 no Vaticano, o que provocou a ira de Ancara (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 24 de junho de 2016 às 12h48.

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O Papa Francisco denunciou nesta sexta-feira "o genocídio dos armênios" em 1915/16, sob o Império Otomano, pronunciando pela segunda vez esta palavra, considerada inaceitável pela Turquia.

"Esta tragédia, este genocídio marcou, infelizmente, o início da triste série de catástrofes imensas do século passado", exclamou o papa no palácio presidencial armênio.

Ele se expressou ao chefe de Estado Serge Sarkissian, à classe política e ao corpo diplomático.

A palavra 'genocídio' não figurava no texto distribuído por antecedência. Francisco já havia qualificado o massacre armênio de genocídio em abril de 2015 no Vaticano, o que provocou a ira de Ancara.

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