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Morte de leão Cecil pressiona EUA para proteção contra caça

Adicionar o leão africano à lista nos EUA não proibiria a caça esportiva, mas exigiria permissão para que leões fossem importados


	Leão Cecil: adicionar o leão africano à lista nos EUA exigiria permissão para que leões fossem importados
 (AFP)

Leão Cecil: adicionar o leão africano à lista nos EUA exigiria permissão para que leões fossem importados (AFP)

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Da Redação

Publicado em 1 de agosto de 2015 às 12h34.

A morte do leão Cecil por um caçador norte-americano no Zimbábue aumentou a pressão para que os Estados Unidos estendam a proteção legal aos leões africanos declarando a espécie na lista das ameaçadas de extinção - americanas, como o elefante e o guepardo africanos.

Adicionar o leão africano à lista nos EUA não proibiria a caça esportiva, mas exigiria uma permissão do Serviço de Pesca e Vida Selvagem do país para que leões e partes de seus corpos fossem importados.

Tal permissão só seria emitida se a agência determinar que a importação do leão ou suas partes não seja danosa à sobrevivência da espécie, afirmou Tanya Sanerib, advogada do Centro de Diversidade Biológica, que defende a proteção de espécies em todo o mundo.

"A caça esportiva foi identificada como uma ameaça à sobrevivência das espécies", disse Sanerib.

Em 2014, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem propôs listar o leão africano como ameaçado sob o Ato das Espécies Ameaçadas dos EUA.

O líder democrata no Comitê de Recursos Naturais da Câmara dos Deputados, Raúl Grijalva, e outros 49 deputados democratas enviaram uma carta na quinta-feira ao serviço pedindo que conclua o processo para incluir o leão na lista de espécie ameaçada de extinção.

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