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Itália e Egito pedem trégua no conflito entre Israel e Gaza

Mursi telefonou nesta sexta-feira para Monti e ambos tiveram uma ''longa e cordial conversa'' na qual abordaram os últimos eventos registrados em Israel e em Gaza


	Palestinos protestam contra ataques israelenses em Gaza: A atual espiral de violência  aumentou na quarta-feira passada 
 (REUTERS)

Palestinos protestam contra ataques israelenses em Gaza: A atual espiral de violência  aumentou na quarta-feira passada  (REUTERS)

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Da Redação

Publicado em 16 de novembro de 2012 às 17h48.

Roma - O primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, e o presidente do Egito, Mohammed Mursi, expressaram nesta sexta-feira seu desejo comum de se alcançar o mais rápido possível uma trégua no conflito aberto entre Israel e Faixa de Gaza que permita o diálogo entre palestinos e israelenses.

Segundo informou o Governo italiano em uma breve nota, Mursi telefonou nesta sexta-feira para Monti e ambos tiveram uma ''longa e cordial conversa'' na qual abordaram os últimos eventos registrados em Israel e em Gaza.

''Ambos manifestaram uma forte preocupação com o aumento da violência, desejando que se alcance o mais rápido possível uma trégua entre as partes, que ponha fim aos confrontos, permitindo o reatamento do diálogo entre israelenses e palestinos, e da negociação da paz'', diz o comunicado.

''O presidente Mursi aceitou o convite de Monti de desempenhar um papel ativo para buscar um acordo de trégua rápido, se mostrando convencido de que a Itália poderá ter um papel importante no reatamento do processo de paz palestino-israelense graças a suas ótimas relações com ambas as partes''.

A atual espiral de violência em Israel e Gaza aumentou na quarta-feira passada depois que a força aérea israelense matou, em um ataque aéreo seletivo, o líder do braço armado do Hamas, Ahmad Jaabari, e anunciou que se tratava do início de uma operação militar mais ampla.

Desde então milicianos do Hamas lançaram mais de 500 projéteis contra o território israelense, em um confronto que já tirou a vida de 20 palestinos, mais da metade deles civis, e de outros três civis israelenses.

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