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FMI considera manter relações "ativas" com a Venezuela

País latino-americano rejeita qualquer avaliação de sua economia pelo organismo internacional há sete anos

Whashington - O Fundo Monetário Internacional (FMI) considerou nesta quinta-feira que suas relações são "ativas" com a Venezuela, que rejeita qualquer avaliação de sua economia pelo organismo internacional há sete anos.

Ao ser consultado sobre a possibilidade de que a morte do presidente Hugo Chávez permita uma retomada das relações com o país, o porta-voz do FMI, William Murray, lembrou que a "Venezuela tem um representante em nosso conselho de administração".

Falecido no dia 5 de março, o presidente da Venezuela era um feroz crítico do FMI, ao qual acusava de ser um "mecanismo nas mãos do imperialismo norte-americano".

O Fundo Monetário apoiou um efêmero governo resultante de um golpe de Estado que retirou Chávez do poder por 47 horas em abril de 2002.

A Venezuela rejeita há sete anos as análises econômicas anuais que o FMI realiza sobre seus estados, mas nunca se retirou da instituição como Chávez ameaçava.

O venezuelano José Rojas é um dos 24 integrantes da diretoria do FMI, que conta com 188 países membros.

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