Marketing

Southwest Airlines é a marca mais desejada nos EUA

Companhia aérea ocupou o primeiro lugar tanto para homens quanto para mulheres

Resultado foi obtido por pesquisa que utilizou técnicas de neuromarketing (Getty Images)

Resultado foi obtido por pesquisa que utilizou técnicas de neuromarketing (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 27 de fevereiro de 2012 às 12h30.

Rio de Janeiro - Southwest Airlines, Google e Dove estão entre as marcas mais desejadas por homens e mulheres norte-americanos em 2012. É o que diz a pesquisa anual da Buyology e da uSamp, que utilizou técnicas de neuromarketing para testar 220 marcas em 10 indústrias, entre quatro mil pessoas. As três estão presentes no top 10 de ambos os sexos.

A companhia aérea conquistou o primeiro lugar, tanto na listagem feminina quanto na masculina. Segundo os especialistas, o motivo da empresa de voos de baixo custo ter obtido o destaque é a oferta de experiências acessíveis.

Já o segundo lugar entre as mulheres ficou com a Google e o terceiro com a empresa de cartões comemorativos Hallmark. A Dove ficou na quarta posição, seguida pela Jetblue Airways, a rede de lojas de roupas Kohl’s, a Lexus, divisão de veículos de luxo da Toyota, a loja de departamentos Target, Neutrogena e a pasta de dente Crest.

Para os homens, a Cadillac ficou em segundo lugar, seguida pela BMW. Também para eles a Dove fica na quarta posição. Fecham o ranking masculino das 10 marcas mais desejadas para o ano a Bed Bath & Beyond, de itens domésticos, a Apple, a Google, a Sharp, a GE e a rede de lojas de departamentos Macy’s.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaGoogleMarcasAviaçãoTecnologia da informaçãoestrategias-de-marketingSouthwest Airlines

Mais de Marketing

'Só tem Coca, pode ser?': Burger King anuncia Coca-Cola como novo refrigerante da rede

Mizuno e Budweiser lançam nova coleção inspirada no futebol de botão

Da CazéTV aos colecionáveis: as apostas do iFood para a Copa do Mundo 2026

Relatório aponta caminhos para o futuro do trabalho na era da inteligência artificial