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Selfridges sedia loja-conceito de produtos sem marca

A iniciativa funciona como uma espécie de loja-conceito, onde o consumidor é convidado a celebrar não o poder do silêncio, mas da quietude dos sentidos

Reprodução do vídeo de No Noise (Reprodução)

Reprodução do vídeo de No Noise (Reprodução)

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Da Redação

Publicado em 7 de janeiro de 2013 às 15h58.

São Paulo - Hoje em dia é cada vez mais difícil se concentrar em algo, em função dos constantes estímulos visuais e sonoros que recebemos a todo o momento. São tantas as informações para processar, que em algum momento nossa hd cerebral acaba travando.

E foi exatamente este excesso de estímulos que serviu de ponto de partida para o novo projeto da Selfridges, No Noise. A iniciativa funciona como uma espécie de loja-conceito, onde o consumidor é convidado a celebrar não o poder do silêncio, mas da quietude dos sentidos.

Apesar de ser uma iniciativa bastante apropriada para os dias de hoje, a Silence Room, por exemplo, foi imaginada por Harry Gordon Selfridge em 1909.

Nela, os consumidores encontram um oásis de calmaria, onde podem relaxar e se distanciar um pouco da agitação diária. Além da sala, também foram criados uma espécie de casulo com o mesmo objetivo, que foram distribuídos por lojas em Londres, Birmingham e Manchester. Eles têm o mesmo objetivo que as salas, mas atendem os mais apressados.

Foi o Quiet Shop, entretanto, o que provavelmente mais chamou a nossa atenção: algumas das principais marcas do mundo – como é o caso da Heinz – abriram mão de seus logotipos para entrar para a seleção dos produtos de-branded da loja. Nem mesmo a sacola de compras foi poupada.

É claro que há algumas marcas que são facilmente reconhecidas por seus consumidores, dispensando a necessidade de qualquer identificação. Mas imagine se a exceção virar regra algum dia…

A experiência do No Noise começou hoje e rola até o final de fevereiro.

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