País: Estados Unidos Considerado o chocolate mais caro do mundo pela revista Forbes, o "La Madeline au Truffe" é produzido pela Knipschildt Chocolatier, detentora da marca Chocopologie. Cada bombom pesa 42 gramas e custa US$ 250. Em seu interior, o "La Madeline au Truffe" contém uma rara trufa francesa (Perigord, a mais cara do mundo), revestida por um chocolate composto em 70% por cacau Valrhona, misturado a um ganache com óleo de trufa, baunilha e açúcar. Enrolado à mão e polvilhado com pó de cacau, o bombom vem em uma caixa prateada, sobre uma camada de pérolas de açúcar. Feito somente por encomenda, o "La Madeline au Truffe" tem um prazo de entrega de 14 dias, a contar da data do pedido.
Uma compilação dos mais finos chocolates pretos originários de plantações da Venezuela, de Trinidad e do Equador, The Vintages Collection é o produto mais caro da Noka, composto por 75% de cacau com outras misturas como manteiga de cacau e açúcar.
A singularidade deste chocolate está na ausência de qualquer tipo de emulsificante em seu processo de produção.
País: Suíça Para aqueles que acreditam que um bom chocolate vale ouro, eis a iguaria perfeita. O Delafee é preparado com grãos finos de cacau, açúcar, óleo de coco, manteiga de cacau, leite e baunilha. O luxo está na cobertura: flocos comestíveis de ouro 24 quilates, aplicados à mão sobre cada chocolate.
País: Bélgica Vinda originalmente da Bélgica, um país conhecido pela qualidade de seus chocolates, a Godiva lançou recentemente uma nova coleção de chocolates, a "G Collection". A linha inteira consiste em ingredientes variados e sabores como mel da Tasmânia e chocolate quente mexicano. Feito artesanalmente, a começar pelo cuidadoso corte do cacau, os bombons Godiva são feitos com pasta de cacau moldada à mão, e aos poucos, transformada em pequenas barras. O quilo dos bombons da marca não sai por menos de US$ 200.
Michel Richart é um designer de chocolates francês especialmente dedicado a transformar suas criações em produtos visualmente belos e delicados. Especializada em minibombons, essa grife desenvolveu sete “famílias” aromáticas pelas quais classifica seus chocolates: balsâmicos, frutados, tostados, herbáceos, cítricos, florais e de especiarias. Cada sabor contém 7 aromas que ganham forma nos "49 Petis Richarts". A Richart lança duas coleções temáticas por ano, e seus bombons têm o tamanho exato para serem degustados de uma só vez.
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Para Franklin Costa, que já participou do festival cerca de 15 vezes, o Brasil deixou de ser apenas um país em busca de referências e passou a atrair o interesse de quem quer entender o que produz
Marcado para 25 e 26 de março, em São Paulo, evento reunirá executivos da área para discutir personalização, eficiência e a pressão crescente por resultados