M&M’S Crispy chega ao Brasil como grande aposta de negócios

Na França, por exemplo, o lançamento de Crispy foi responsável por 46% da evolução da categoria de chocolates de 2018 para 2019

A marca de chocolates M&M’S, da fabricante Mars Wrigley, trouxe para o Brasil M&M’S Crispy, sendo esse o maior lançamento da marca dos últimos 8 anos.

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A novidade é bastante importante para os negócios do país uma vez que M&M’S® Crispy é a variante que mais cresce nos locais em que está presente, além de ser, segundo a fabricante, altamente incremental por atrair novos consumidores que buscam um outro perfil de sabor.

Na França, por exemplo, o lançamento de Crispy foi responsável por 46% da evolução da categoria de chocolates de 2018 para 2019. Já no Reino Unido, em 2019, o novo produto trouxe um crescimento de 17% para a marca comparado ao ano anterior.

“O portfólio de produtos M&M’S já é consolidado entre os consumidores brasileiros e, por isso, pensamos em maneiras de estarmos presente em novas ocasiões de consumo e aproveitar a força da marca”, afirma Brian Kleiman, diretor de vendas e marketing da Mars Wrigley no Brasil.

Segundo ele, o lançamento colabora para a ambição global de ser a marca mais icônica de chocolate. “Entramos nas 10 maiores marcas do Brasil, nos tornamos a marca de chocolate mais associada à diversão e crescemos 224% no País desde 2012”, afirma.

Neste primeiro momento, o M&M’S Crispy está disponível em lojas das redes Carrefour e Lojas Americanas ao redor do Brasil, na versão de 35g, com o preço sugerido de R$ 3,19.

Pandemia

Este não foi um ano fácil para a Mars. Por isso, a empresa fez ajustes nas operações para priorizar a proteção dos funcionários e terceiros, além de outras ações como apoio às comunidades impactadas, como na Bahia, onde há um Centro de Pesquisa de Ciência do Cacau – o MCCS, com 150 famílias cujas crianças estudam na Escola Virgínia Mars, em parceria com o Município de Barro Preto.

Outra preocupação foi manter as operações e assegurar a chegada dos produtos aos pontos de vendas para que as pessoas pudessem encontrá-los. Como o início da pandemia coincidiu com a páscoa, todo o setor brasileiro de chocolates foi impactado, e segundo a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas), houve a redução de 22% no consumo, já que vários pontos de venda foram fechados.

Contudo, desde agosto, a empresa observa sinais de melhoria e, com a chegada do final do ano, espera que o crescimento se intensfique, uma vez que os clientes da Mars estão refazendo suas compras para reabastecer os pontos de vendas.

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