Match Point: drink oficial do SP Open combina vodca com elementos tipicamente brasileiros (Divulgação)
Repórter de Marketing
Publicado em 19 de setembro de 2026 às 15h54.
Última atualização em 21 de setembro de 2026 às 09h35.
Patrocinadora do SP Open pelo segundo ano consecutivo, a Grey Goose espera encerrar o torneio, que vai até domingo, 20, no Parque Villa-Lobos, com até 30% mais drinks servidos do que na edição de 2025. A principal aposta da vodca francesa, que pertence ao portfólio do Grupo Bacardi, está no Match Point, coquetel criado para os torneios brasileiros e que busca replicar o sucesso do Honey Deuce, drink oficial do US Open.
"O Match Point foi originalmente desenvolvido em 2023 para ser o drink oficial do Rio Open. A ideia era unir a nossa vodca com elementos tipicamente brasileiros e que combinassem com o clima tropical. O sucesso foi tão expressivo que trouxemos o coquetel como o drink oficial também do SP Open, desde a estreia do evento no ano passado", conta Marcos Silva, gerente de marketing da Bacardi Brasil.
A receita do Match Point leva 50 ml de Grey Goose, 10 ml de suco de limão-taiti, 20 ml de xarope de maracujá e 120 ml de água de coco natural, finalizados com esferas de melão.Em 2025, dos cerca de 5.800 drinks servidos pela Grey Goose durante os nove dias do evento, 73% foram Match Point. Os dados, fornecidos pela Bacardi à EXAME, consideram vendas, brindes e área VIP. Já no Rio Open deste ano, também em nove dias de torneio, foram servidos 12.200 drinks, número 31% a mais do que em 2025.
A estratégia de transformar um coquetel em parte da identidade do torneio não começou no Brasil. Há 20 anos, a Grey Goose mantém uma parceria com o US Open, um dos quatro torneios de Grand Slam do tênis e um dos principais eventos da modalidade no mundo, realizado anualmente em Nova York.
Por lá, o Honey Deuce, criado em 2006 pelo bartender Nick Mautone, se tornou o drink assinatura da competição. A receita combina vodca, limonada e licor de framboesa, com três bolinhas de melão como decoração.
Em 2025, o coquetel ultrapassou 740 mil unidades vendidas."Nos bastidores da marca, a grande virada estratégica aconteceu ao percebermos que o tênis é um esporte que conecta a competição com lifestyle, luxo e moda, atraindo um público jovem e vibrante."
Com o sucesso nos Estados Unidos, a Grey Goose passou a replicar a estratégia em outros países. A versão para o Australian Open, por exemplo, é o Lemon Ace (vodca, limonada gaseificada, maracujá, hortelã e casca de limão). No Rio de Janeiro e em São Paulo, o Match Point.
Ao longo dos torneios, a bebida ganhou ainda outra função: a de souvenir. O copo personalizado, que muda ao longo das edições, passou a fazer parte da experiência e permite que o público leve para casa um objeto diretamente associado à marca.
Além do copo, o investimento da marca no evento inclui experiências complementares. No Boulevard (área pública), há um estande interativo com quatro blocos giratórios inspirados nos ingredientes do Match Point, onde o público ganha brindes como bucket de Grey Goose, óculos de sol ou vouchers de degustação.
Já no Ace Club (área VIP), a marca opera um bar exclusivo em sistema open bar para convidados e parceiros.
A intenção, de acordo com a Bacardi, é aproximar o conceito global "Vive La Vodka" do consumidor brasileiro por meio da combinação entre esporte, mixologia, hospitalidade e ações de varejo.
"A operação é desenhada como uma plataforma completa de hospitalidade e entretenimento, integrada de forma orgânica à jornada do torcedor, e não apenas um ponto de venda de bebidas", destaca Silva.
Segundo o executivo, a Bacardi não divulga publicamente os valores investidos em patrocínios: "O que posso confirmar é que a plataforma de tênis é o nosso maior investimento para Grey Goose no Brasil", finaliza.