Marketing

Corinthians manterá contratos de patrocínio de camisa

Segundo a previsão de orçamento, o clube espera arrecadar cerca R$ 54 milhões com patrocínio de uniforme, ante R$ 49 milhões deste ano


	Corinthians: número de R$ 54 milhões para próximo ano é apenas previsão feita pelo departamento financeiro e não estão incluídos ganhos de material esportivo
 (REUTERS / Nacho Doce)

Corinthians: número de R$ 54 milhões para próximo ano é apenas previsão feita pelo departamento financeiro e não estão incluídos ganhos de material esportivo (REUTERS / Nacho Doce)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de dezembro de 2013 às 14h52.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O Corinthians manterá os seus principais contratos de patrocínio de camisa em 2014, mas ainda espera arrecadar pelo mais R$ 5 milhões com a venda de espaços vazios no uniforme, como ombro e a barra do calção.

Segundo a previsão de orçamento, o clube espera arrecadar cerca R$ 54 milhões com patrocínio de uniforme, ante R$ 49 milhões deste ano.

Esse foi o valor correspondente aos contratos vigentes com a Caixa Econômica Federal, o patrocinador master, com a Fisk e a Tim, além de patrocínios pontuais feitos ao longo.

Destes contratos, o único que será reajustado este ano será o da Caixa com base em índice de inflação, passando de R$ 30 milhões por ano para algo próximo a R$ 32 milhões em 2014.

O número de R$ 54 milhões para o próximo ano é apenas uma previsão feita pelo departamento financeiro e não estão incluídos os ganhos de material esportivo, como o contrato com a Nike (R$ 22 milhões por ano).

Como o clube está fora da Copa Libertadores e receitas com televisão e bilheteria vão diminuir, dirigentes comemoram o fato de que esses contratos de patrocínio já estavam alinhavados.

Acompanhe tudo sobre:EsportesFutebolPatrocínioCorinthians

Mais de Marketing

A IA tornou mais fácil criar marcas e mais difícil fazê-las relevantes

Com rebranding, Smart Fit quer mudar imagem de academia para ecossistema wellness

Stella Artois anuncia patrocínio no Instituto Inhotim até 2030

iFood encontra um novo espaço para vender publicidade: a sacola do consumidor