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Cannes 2011 aguarda recorde de inscrições

Brasil aumenta presença e pode manter o segundo lugar no ranking geral

Cannes Lions 2011: Philip Thomas, CEO do festival, prevê volume "bem acima" em relação a 2010 (Divulgação)

Cannes Lions 2011: Philip Thomas, CEO do festival, prevê volume "bem acima" em relação a 2010 (Divulgação)

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Da Redação

Publicado em 5 de maio de 2011 às 16h16.

São Paulo - A edição deste ano do Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade, de 19 a 25 de junho no Palais des Festivals de Cannes, vai ter mais inscrições e também mais delegados em comparação relacionada ao ano de 2010.

O festival do ano passado já havia sido o quarto maior da história do evento criado em 1953, com 24.242 inscrições, 7% superior a 2009, o ano da crise econômica global.

Vale ressaltar que quando foi criado pela Sawa (Screen Advertising World Association), atualmente apenas apoiadora do evento controlado pelo grupo de mídia inglês Emap, eram só filmes competindo.

A diversificação começou no início da década de 90. A edição 2011, a de número 58, terá 13 áreas, entre as quais Titanium & Integrated e Promo & Actvation.

"As inscrições estão muito fortes e pode ser o maior ano para o Festival de Cannes. Não temos os números fechados. Ainda dá tempo para inscrições de peças e, no caso dos delegados, elas podem podem ser feitas até durante a realização do evento. Mas já sabemos que as inscrições para o festival e delegados ficarão bem acima em comparação ao ano passado. Tivemos um ano de 2009 muito ruim. As agências e produtoras cortaram inscrições e os delegados cairam muito", afirmou Philip Thomas, CEO do Festival Internacional de Publicidade de Cannes.

O Brasil vai crescer presença e pode manter o segundo lugar no ranking geral de Cannes. Em 2010 o país participou com 2.115 peças, um crescimento de 39%.

O mercado brasileiro foi superado apenas pelos Estados Unidos que participam com 3.370 inscrições.

"Ainda faltam duas ou três semanas, mas o Brasil é candidato à segunda posição. Os EUA devem manter-se na liderança", prevê o CEO do Cannes Lions.

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