Marketing

A morte do orelhão

Para a época, filme criado pela DPZ foi considerado um avanço, muito por causa dos efeitos especiais, idealizados por Domingos Utimura

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de outubro de 2013 às 17h11.

São Paulo - Em 1980, Neil Ferreira, José Zaragoza e Nelo Pimentel conseguiram matar um orelhão num comercial. E entraram para a História por isso.

Para a época, o filme criado pela DPZ foi considerado um avanço, muito por causa dos efeitos especiais, idealizados por Domingos Utimura.

Segundo a agência, a peça mostra que preservar os orelhões é responsabilidade de todos, e preservar a propaganda inteligente é uma questão de utilidade pública. Na peça exibida hoje no Adnews All Stars, a Telesp acertou em cheio ao apoiar as duas coisas.

O anúncio, intitulado "Vandalismo", mostra um orelhão agonizando em praça pública, enquanto pessoas se amontoam em sua volta e assistem seu triste fim.

Produzido pela Espiral, a peça faturou o prêmio de melhores efeitos especiais pela entidade Hollywood Radio and Television Society NYC, obtendo assim reconhecimento internacional.

//www.youtube.com/embed/LdjIO6kQRG4?feature=player_embedded

Acompanhe tudo sobre:ComerciaisHistóriaPublicidadeestrategias-de-marketing

Mais de Marketing

'Só tem Coca, pode ser?': Burger King anuncia Coca-Cola como novo refrigerante da rede

Mizuno e Budweiser lançam nova coleção inspirada no futebol de botão

Da CazéTV aos colecionáveis: as apostas do iFood para a Copa do Mundo 2026

Relatório aponta caminhos para o futuro do trabalho na era da inteligência artificial