São Paulo - Recentemente, a Ford divulgou um pedido de desculpas por um anúncio que mostrava o político e empresário italiano Silvio Berlusconi fazendo sinal de vitória enquanto estava no comando de um carro vermelho e levando no porta-malas três mulheres com mãos e pés atados. "Deixe as preocupações para trás", dizia o slogan da peça. Criado para promover o grande espaço do automóvel Ford Figo, o anúncio saiu pela culatra. Não foi a primeira vez que a publicidade errou a mão e passou dos limites. O Adnews compilou uma seleção com algumas campanhas que deram o que falar e provocaram um pedido de desculpas de seus idealizadores na época de lançamento.
Gafe cometida por: WWF e DM9DDB Desculpas: O próprio Sergio Valente, então presidente da DM9, publicou uma carta no site da empresa pedindo desculpas pela campanha que criou polêmica nos EUA e na internet. Segundo o texto, a campanha não estava aprovada e vazou.
Gafe cometida por: McDonald's Desculpas: A rede precisou se desculpar e retirar uma série de anúncios em que assegurava que comer seus pedaços de frango era mais seguro que acariciar um pitbull desconhecido. Além disso, as redes sociais foram inundadas por protestos de criadores de pitbulls.
Gafe cometida por: Relish Desculpas: A empresa precisou se desculpar, pois as imagens mostram duas mulheres sendo revistadas de forma abusiva por dois policiais em Ipanema, na Zona Sul do Rio. O CEO da empresa, Alessandro Esposito, disse, à época, que a campanha fora inspirada no filme "Thelma e Louise" e tinha um ponto de vista irônico. As imagens geraram polêmica na Itália, em Nápoles, onde estava sendo veiculada em outdoors. Organizações feministas e até a prefeitura se manifestaram contra as fotos.
Gafe cometida por: Caixa e Borghierh/Lowe Desculpas: O mostrava Machado de Assis, saudoso escritor de cor mulata, como um homem branco. O erro gerou um pedido de desculpas da própria empresa. "A Caixa Econômica Federal informa que suspendeu a veiculação de sua última peça publicitária, a qual teve como personagem o escritor Machado de Assis. O banco pede desculpas a toda a população e, em especial, aos movimentos ligados às causas raciais, por não ter caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com a sua origem racial."
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