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Apresentado por BINANCE

Ethereum ganha força frente ao Bitcoin com avanço regulatório e atualização da rede

Binance analisa novo ciclo de alta, enquanto criptomoeda ganha força entre investidores

Ethereum: crescimento foi impulsionado por atualização tecnológica e adoção institucional. (Muhammad Zeeshan/Getty Images)

Ethereum: crescimento foi impulsionado por atualização tecnológica e adoção institucional. (Muhammad Zeeshan/Getty Images)

EXAME Solutions
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Publicado em 23 de setembro de 2025 às 16h20.

Última atualização em 23 de setembro de 2025 às 16h20.

Enquanto o Bitcoin (BTC) continua sendo o ativo mais consolidado do mercado cripto, outra moeda digital começa a roubar a cena nas estratégias de investidores neste novo ciclo de alta: o Ethereum (ETH). Para 2025, especialistas projetam que sua valorização pode superar a do BTC.

Diferentemente do Bitcoin, conhecido como reserva digital de valor, o Ethereum se destaca por ser a base de aplicações tecnológicas. É nele que funcionam contratos inteligentes, serviços financeiros digitais e transações com stablecoins — criptomoedas atreladas a moedas tradicionais, como o dólar, que oferecem maior estabilidade.

Nos últimos meses, três fatores mudaram o jogo para o ETH: o avanço regulatório nos Estados Unidos, uma atualização que reduziu o custo das transações e o crescimento do uso da rede por empresas e bancos. O conjunto dessas transformações colocou o Ethereum como uma das apostas mais fortes de 2025.

“Mais do que uma criptomoeda, a Ethereum se estabeleceu como uma infraestrutura tecnológica essencial, impulsionando a migração de instituições financeiras tradicionais para o ambiente on-chain. Essa transição traz ganhos concretos em eficiência, transparência e descentralização”, explica Guilherme Nazar, VP da Binance na América Latina.

De plataforma experimental à infraestrutura global

Criado em 2013 por um jovem programador, o Ethereum nasceu com o propósito de ir além de ser apenas uma moeda digital. Sua ambição era permitir a criação de aplicativos e serviços financeiros fora do sistema bancário tradicional, por meio da tecnologia descentralizada.

Essa visão se concretizou. Hoje, a rede é a espinha dorsal de operações com stablecoins como USDC e USDT, que movimentam bilhões de dólares diariamente.

O ambiente regulatório também ficou mais claro. A aprovação do Genius Act, projeto de lei sobre criptomoedas nos Estados Unidos, trouxe segurança jurídica para bancos e empresas que adotam essas tecnologias.

Outro marco foi a atualização Dencun, implementada em 2024, que barateou de forma significativa as transações. A mudança beneficiou especialmente as chamadas Layer-2 — redes auxiliares construídas sobre o Ethereum, capazes de processar operações de forma mais rápida e barata. Com isso, a rede passou a atender até micropagamentos, jogos em blockchain e casos de uso corporativos.

Bitcoin e Ethereum

O BTC, criptomoeda mais famosa e com maior capitalização de mercado, segue sendo comparado ao ouro digital, uma proteção contra a inflação. O ETH, que tem a segunda maior capitalização, tem em sua rede Ethereum um papel de infraestrutura tecnológica, sustentando boa parte das inovações do setor.

Com mais de 280 milhões de usuários no mundo, a Binance aponta que o Ethereum está cada vez mais consolidado como tecnologia de base do novo sistema financeiro digital. Para Guilherme Nazar, a rede tem se tornado um motor de modernização:

“A rede tem o potencial de democratizar o acesso a mercados, beneficiando empresas de todos os setores e transformando a economia global”, afirma.

Outro campo em que o Ethereum lidera é a tokenização — processo de transformar ativos reais, como imóveis ou ações, em versões digitais registradas em blockchain. Esse mercado já movimenta mais de US$ 24 bilhões em todo o mundo.

Oportunidades e desafios

Mesmo com avanços expressivos, o Ethereum não está sozinho na disputa. Redes como Solana e Avalanche oferecem taxas ainda mais baixas e maior velocidade de transações. Além disso, o futuro da regulação — sobretudo nos EUA — pode redefinir o jogo.

Há ainda a questão da escalabilidade: como a rede lidará com a entrada de milhões de novos usuários? Por isso, especialistas da Binance recomendam cautela.

Embora o ETH tenha mais chances de valorização neste ciclo, também está mais exposto a mudanças repentinas no mercado. Para a companhia, não se trata de escolher entre Bitcoin e Ethereum, mas de entender que ambos exercem papéis complementares no ecossistema digital.

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