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Meta lança Muse Wonder e Wonder Full para disputar tarefas com ChatGPT e Claude

Novos modelos chegam a ferramentas de programação; integração com o agente Muse começará pelos assinantes

Jolly, o mascote da Meta que representa o agente Muse  (Reprodução)

Jolly, o mascote da Meta que representa o agente Muse (Reprodução)

Tamires Vitorio
Tamires Vitorio

Repórter de Inteligência Artificial e Tecnologia

Publicado em 13 de outubro de 2026 às 08h24.

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A Meta lançou Muse Wonder e Muse Wonder Full, modelos de IA voltados a tarefas pessoais e profissionais em várias etapas. Wonder está disponível pela Meta Model API e pelo Muse Code; Wonder Full chega aos assinantes do Muse Code. A integração de Wonder ao agente Muse ocorrerá posteriormente, começando pelos assinantes.

Dois novos modelos de inteligência artificial (IA) ampliam a aposta da Meta em sistemas que fazem mais do que responder perguntas. Anunciados na segunda-feira, 12, Muse Wonder e Muse Wonder Full foram desenvolvidos para executar tarefas pessoais e profissionais, de trabalhar com documentos a construir aplicativos, segundo a companhia.

O lançamento coloca a empresa de Mark Zuckerberg em mais uma rodada da disputa com OpenAI e Anthropic. A Meta apresenta a família como sua mais capaz até agora, com foco em programação, memória e atividades que exigem persistência ao longo de várias etapas.

Há uma distinção importante: Wonder e Wonder Full são modelos. O Muse é o produto de agente pessoal que pode usar modelos, ferramentas e informações conectadas para trabalhar pelo usuário.

Onde os novos modelos estão disponíveis?

O Muse Wonder chega pela Meta Model API, interface para integrar o modelo a aplicações, e pelo Muse Code, ferramenta de programação. O Wonder Full está disponível para assinantes do Muse Code.

A companhia também pretende incorporar Wonder ao agente Muse, começando pelos assinantes. O anúncio não significa que todos os usuários do aplicativo já estejam usando o novo modelo.

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Entre as aplicações apresentadas estão interpretar um contrato de aluguel, trabalhar em um pedido relacionado a seguro e organizar informações financeiras. São exemplos da desenvolvedora, não uma avaliação independente da precisão dessas entregas.

Memória e persistência são as apostas

A Meta chama de Active Memory a capacidade de preservar informações relevantes entre conversas e recuperá-las quando uma tarefa exige esse contexto.

Outro recurso, Active Focus, busca manter o sistema trabalhando quando encontra dificuldades: tentar abordagens alternativas, recuperar-se de erros e pedir esclarecimentos quando necessário.

Na programação, a empresa afirma ter treinado os modelos em trabalhos prolongados, que exigem acompanhar requisitos, modificar arquivos e repetir testes. O objetivo é sustentar projetos, não apenas completar um trecho de código.

A Meta publica comparações de desempenho e afirma alcançar resultados de ponta. Os testes apresentados pela própria companhia, porém, não estabelecem que seus modelos sejam superiores em qualquer atividade.

A empresa informa que um relatório completo com avaliações adicionais de segurança será divulgado posteriormente. A integração ao Muse será mais um teste para a promessa dos assistentes pessoais: manter contexto e continuar o trabalho sem perder de vista o pedido.


Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre Muse e Muse Wonder?

Muse é o produto de agente pessoal. Muse Wonder é um modelo de IA que poderá executar parte das atividades desse agente.

O Wonder Full está disponível para todos?

Não. O anúncio informa acesso para assinantes do Muse Code.

Wonder já chegou a todos os usuários do Muse?

Não. A Meta anunciou uma integração futura, começando pelos assinantes.

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