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Diretor da Nomad defende uso de stablecoins e dinheiro tokenizado

Executivo acredita que stablecoins podem resolver ineficiências de contas internacionais entregando o mesmo serviço

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 18 de março de 2026 às 11h34.

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Na última terça-feira, 17, executivos discutiram o potencial das stablecoins, criptomoedas que acompanham determinado ativo, geralmente o dólar. Com um de seus principais casos de uso em transações internacionais, seja entre pessoas físicas ou empresas, a classe de ativos digitais virou debate entre grandes instituições financeiras.

Para Pedro Barreiro, diretor de banking na Nomad, as stablecoins e o dinheiro tokenizado em geral podem resolver muitas ineficiências do sistema atual de contas internacionais.

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Durante o painel “Stablecoins na prática: casos de uso do mundo real no ecossistema de fintechs do Brasil”, Pedro defendeu o uso de stablecoins e dinheiro tokenizado, argumentando que essas ferramentas podem entregar o mesmo serviço que uma conta internacional, de forma facilitada.

“Muitas ineficiências podem ser resolvidas pelas stablecoins, seu uso e o de dinheiro tokenizado no geral. Você não precisa passar por todo o processo de abrir uma conta internacional, basta criar uma conta e uma carteira digital para ter o mesmo serviço”, disse o executivo.

O evento ocorre entre os dias 17 e 19 de março, no Teatro Municipal e no WTC em São Paulo. Em sua primeira edição no Brasil, o MERGE busca conectar os negócios cripto da América Latina à Europa, seu local de idealização.

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