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(Bruno Faiotto/Exame)
Editora do Future of Money
Publicado em 9 de fevereiro de 2026 às 10h44.
Nesta segunda-feira, 9, o bitcoin inicia a semana útil negociado na casa dos US$ 69 mil após ter despencado para US$ 60 mil na última semana, acumulando queda de aproximadamente 50% desde sua máxima histórica registrada em agosto de 2025.
No momento, o bitcoin é cotado a US$ 69.060, com variação próxima de zero nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Nos últimos sete dias, a criptomoeda acumula queda de mais de 11%.
Além do bitcoin, outras criptomoedas entre as maiores do mundo em valor de mercado acumulam queda expressiva. O movimento de queda generalizada no mercado cripto trouxe pânico entre investidores, com o Índice de Medo e Ganância batendo recordes de "medo extremo" em 5 pontos, uma de suas pontuações mais baixas da história.
"Lembrando que, embora sejam tecnologias, os preços ainda refletem o comportamento das pessoas. O bitcoin recuou de US$ 75 mil (R$ 390 mil) para cerca de US$ 60 mil (R$ 310 mil), uma queda rápida de aproximadamente 17% em poucos dias. As altcoins caíram ainda mais: Ethereum -14,94% (US$ 1.826,72), Solana -15,06% (US$ 78,17) e XRP -19,68% (US$ 1,2134). O movimento foi impulsionado por liquidações de posições alavancadas e fuga de ativos de risco globalmente", disse Fábrício Tota, vice-presidente de negócios cripto no Mercado Bitcoin.
Apesar da situação atual de incerteza nos mercados, investidores enxergam na queda do bitcoin uma oportunidade de investir na criptomoeda pagando "mais barato". Dados do Mercado Bitcoin revelam que a plataforma registrou 5,6 vezes mais investidores comprando do que vendendo bitcoin, justamente no auge do movimento de baixa da criptomoeda.
Em nota, Fabrício Tota explicou que alguns fatores internos e externos ao mercado cripto contribuíram para a queda generalizada. Ele mencionou os fluxos de saída em ETFs de cripto e o medo recorde entre investidores, além de narrativas externas que contribuem para a incerteza:
"O Fear & Greed Index, que mede o sentimento do mercado de 0 a 100, chegou a 5/100, indicando medo extremo. Historicamente, níveis tão baixos não definem o fundo exato, mas sinalizam oportunidades para quem investe com horizonte de 12 a 24 meses. Exemplos recentes incluem:
Fabrício Tota explicou ainda que além de motivos internos como o medo extremo no mercado e o fluxo de saída em ETFs de cripto, narrativas externas ao mercado também exercem impacto negativo para a cotação das principais criptomoedas:
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