Economia

Congresso da Argentina ratifica acordo Mercosul-UE

O Senado argentino aprovou o projeto por 69 votos a favor e três contra

People attend a protest against the agreement between the Argentina's government and the International Monetary Found at Plaza de Mayo square as US Treasury Secretary Scott Bessent meets with President Javier Milei at Casa Rosada presidential palace in Buenos Aires on April 14, 2025. (Photo by Luis ROBAYO / AFP) (Luis Robayo/AFP)

People attend a protest against the agreement between the Argentina's government and the International Monetary Found at Plaza de Mayo square as US Treasury Secretary Scott Bessent meets with President Javier Milei at Casa Rosada presidential palace in Buenos Aires on April 14, 2025. (Photo by Luis ROBAYO / AFP) (Luis Robayo/AFP)

Luiz Anversa
Luiz Anversa

Repórter

Publicado em 26 de fevereiro de 2026 às 15h55.

O Congresso da Argentina ratificou nesta quinta-feira, 26, de forma definitiva, o tratado de livre comércio firmado em janeiro passado entre Mercosul e União Europeia (UE).

O Senado argentino aprovou o projeto por 69 votos a favor e três contra. A medida agora espera a sanção do presidente Javier Milei.

O acordo eliminará tarifas sobre mais de 90% do comércio bilateral entre os dois blocos, que reúnem 30% do Produto Interno Bruto mundial e mais de 700 milhões de consumidores.

Uruguai se torna o 1º país a ratificar o acordo

A Câmara de Representantes do Uruguai aprovou nesta quinta-feira, 26, o acordo entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, formalizando a ratificação e tornando o país o primeiro do bloco a concluir essa etapa. O Senado uruguaio já havia aprovado o texto por unanimidade no dia anterior.

Tramitação nos demais países

No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou o texto na quarta-feira, e a proposta seguirá para análise do Senado. No Paraguai, o governo encaminhou o acordo ao Parlamento, onde o processo de ratificação ainda será conduzido.

Enquanto isso, o Parlamento Europeu aguarda posicionamento do Tribunal de Justiça da UE sobre a legalidade do tratado. A Comissão Europeia pode decidir pela aplicação provisória do acordo antes da deliberação final da Eurocâmara, conforme as regras do bloco.

(Com informações da agência EFE)

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