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Como funcionam os anticorpos da Eli Lilly contra a covid-19

O bamlanivimab é um anticorpo que visa neutralizar a proteína spike da covid-19 e mostrou bons resultados nesta quinta; entenda
Eli Lilly: medicamento de anticorpos mostrou bons resultados (Getty Images/Bloomberg)
Eli Lilly: medicamento de anticorpos mostrou bons resultados (Getty Images/Bloomberg)
Por Tamires VitorioPublicado em 22/01/2021 10:34 | Última atualização em 22/01/2021 13:42Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Na tarde desta quinta-feira, 21, um estudo afirmou que os anticorpos criados pela farmacêutica americana Eli Lilly conseguiram impedir infecções causadas pelo novo coronavírus em moradores e funcionários de uma casa de repouso. A droga, chamada bamlanivimab, reduziu o risco de as pessoas ficarem doentes em cerca de 57% do grupo total e em 80% dos residentes.

Uma boa notícia sobre um tratamento em potencial que pode impedir as infecções graves enquanto as segundas doses das vacinas não são administradas.

O bamlanivimab é um anticorpo que visa neutralizar a proteína spike da covid-19 (ou espícula), responsável pela entrada do vírus na célula humana ao se acoplar no receptor da enzima conversora da angiotensina 2 , ou ECA2. O remédio é administrado por via intravenosa, como quando um paciente recebe soro pela veia – uma forma bastante conhecida de administração de medicamentos.

A medicação pertence a uma categoria na medicina conhecida como anticorpos monoclonais, ou mAb, que são anticorpos criados em laboratório e imitam a função dos originais que o sistema imunológico das pessoas produzem para evitar outras doenças causadas por vírus.

Para tomar a droga, é preciso ter mais de 12 anos de idade e pesar mais de 40 quilos, além de, é claro, apresentar alto risco de progressão para quadros graves ou hospitalizações pelo SARS-CoV-2. O paciente também precisa ter um resultado positivo para a infecção, não estar gravemente doente para necessitar oxigenoterapia ou hospitalização e ter apresentado os sintomas na janela de dez dias.

Nos Estados Unidos, o uso do tratamento foi autorizado pelo Food And Drug Administration (FDA, espécie de Anvisa do país) em novembro do ano passado.

Segundo o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), os efeitos adversos dos anticorpos monoclonais são divididos em dois grupos: os que derivam da ação do anticorpo, "como infecções oportunistas, comuns ou fenômenos autoimunes" e os oriundos da administração de proteínas, como reações anafiláticas, síndrome de liberação de citocinas e desenvolvimento de anticorpos. As reações adversas mais comuns do bamlanivimab são tontura, dor de cabeça, coceira, hipersensibilidade não grave, diarreia, vômito, febres, dores musculares e irritação na garganta.

A Eli Lilly desenvolveu o remédio em colaboração com a companhia canadense Abcellera, que isolou os anticorpos da  amostra sanguínea de um dos primeiros pacientes americanos a se recuperar da covid-19.

O estudo de fase três divulgado na quinta, foi iniciado no dia três de agosto com 1.097 voluntários. Do total, 132 tiveram a doença no começo do estudo.

Dos demais participantes, 300 eram residentes de casas de repouso e o restante eram funcionários. Quatro pacientes que estavam no grupo de placebo morreram – e a medicação se provou eficaz.

A dose utilizada nos voluntários foi de 4,2 gramas, algo seis vezes mais alto do que a autorizada, com o objetivo de conseguir uma proteção mais duradoura pelos anticorpos.

Em entrevista ao site StatNews, Daniel Skovronsky, chefe da área científica da Lilly, afirmou que "é claro que acha que as vacinas são mais duradouras e eficazes". "Então isso não deve ser visto como uma competição. Deve servir para quando for tarde demais, quando surge um surto da doença e as pessoas estão sendo expostas e não temos tempo para que uma vacina funcione", explicou.

 

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