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Venda de quadro de Da Vinci ajuda Christie's a bater recorde

Vendas da renomada casa de leilões somaram 5,1 bilhões de libras (US$ 7,3 bilhões) em 2017, impulsionadas por grandes operações

Quadro Salvator Mundi: empresa com sede no Reino Unido leiloou sete das 10 obras mais caras vendidas no mundo em 2017 (Peter Nicholls/Reuters)

Quadro Salvator Mundi: empresa com sede no Reino Unido leiloou sete das 10 obras mais caras vendidas no mundo em 2017 (Peter Nicholls/Reuters)

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AFP

Publicado em 2 de fevereiro de 2018 às 11h45.

Última atualização em 2 de fevereiro de 2018 às 11h47.

As vendas da Christie's bateram um recorde em 2017, ao somarem 5,1 bilhões de libras (US$ 7,3 bilhões), impulsionadas por grandes operações, como a que envolveu o quadro "Salvator Mundi", de Leonardo da Vinci, anunciou a casa de leilões.

A empresa com sede no Reino Unido leiloou sete das 10 obras mais caras vendidas no mundo em 2017, incluindo o quadro de Leonardo da Vinci, que foi comprado por 450,3 milhões de dólares.

"2017 foi um ano para recordar para a Christie's pelo crescimento recorde e por alguns momentos inesquecíveis", afirmou Guillaume Cerutti, diretor executivo da empresa.

Em um leilão de arte impressionista e moderna em NovaYork no mês de novembro foram registrados seis recordes mundiais, entre eles um quadro de Van Gogh, "Trabalhadores em um campo", vendido por 81,3 milhões de dólares e uma obra de Fernand Leger, "Contraste de formas", negociado por US$ 70 milhões.

Os leilões lideraram o crescimento dos negócios em 2017 com um aumento de 38%, somando 4,6 bilhões de libras, enquanto as vendas online alcançaram £ 165,6 milhões.

Os novos clientes representaram um índice importante para os negócios da Christie's, 31% do total, com as ventas online como a forma de entrada preferida por estes compradores.

"Em 2018 vamos nos concentrar em prosseguir com a expansão de nossa base global de clientes e melhorar os serviços para nossos clientes, especialmente online", explicou Cerutti.

A nível global, os clientes da Europa e Oriente Médio lideraram as compras, representando 37% do total, enquanto os negócios na Ásia subiram 39% e significaram 31% do gasto global.

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