Michelle Bolsonaro: a ex-primeira-dama informou que passou por uma bateria de exames para investigar crises recorrentes de enxaqueca (Instagram Michelle Bolsonaro/Reprodução)
Repórter
Publicado em 2 de agosto de 2026 às 13h35.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou, na noite deste sábado, 1°, uma foto em uma cama de hospital e informou que passou por uma bateria de exames para investigar crises recorrentes de enxaqueca. Na publicação feita nas redes sociais, ela agradeceu "pelas orações e por todo carinho" e mostrou a primeira refeição após os procedimentos.
A internação ocorreu na véspera da convenção nacional do Partido Liberal (PL), marcada para este domingo, 2, em Brasília. No evento, Michelle deve oficializar sua candidatura ao Senado pelo Distrito Federal, ao lado da deputada federal Bia Kicis (PL-DF), que disputará a segunda vaga da legenda para a Casa.Por causa dos exames, Michelle não participou, na noite de sábado, do evento de lançamento da pré-candidatura de Bia Kicis ao Senado.
A convenção também deve reunir o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato do partido ao Palácio do Planalto. O encontro marcará a primeira aparição pública de Michelle e Flávio após os atritos entre os dois.
Também neste sábado, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, em caráter excepcional, que Geovanna Kathleen Ferreira Lima, irmã de Michelle Bolsonaro, permanecesse na residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária.
Segundo a decisão, a autorização foi concedida após a defesa informar que Michelle precisaria se ausentar para realizar exames médicos, com possibilidade de internação. A cunhada foi autorizada a prestar assistência a Bolsonaro e à filha do casal durante a ausência da ex-primeira-dama. Moraes determinou que a medida terá validade apenas até o retorno de Michelle à residência.
Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária por decisão de Alexandre de Moraes desde março de 2026. A medida foi concedida após uma internação para tratamento de broncopneumonia e, inicialmente, tinha prazo de 90 dias contados da alta hospitalar, sendo posteriormente mantida pelo ministro.