Casual

Quarto lugar rende R$ 11 mi aos jogadores brasileiros

Trata-se da premiação pelo quarto lugar no Mundial


	Neymar, Marcelo e Hulk comemoram gol: a CBF ficará com R$ 33 milhões
 (REUTERS/Kai Pfaffenbach)

Neymar, Marcelo e Hulk comemoram gol: a CBF ficará com R$ 33 milhões (REUTERS/Kai Pfaffenbach)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de julho de 2014 às 11h10.

Rio - O presidente da CBF, José Maria Marin, vai pagar R$ 11 milhões aos jogadores e comissão técnica da seleção brasileira a título de premiação pelo quarto lugar na Copa do Mundo. O acerto será feito em agosto, mais tardar em setembro. Mas a CBF não vai tirar um centavo dos seus cofres. O montante equivale a 25% do prêmio destinado pela Fifa à seleção brasileira por ter ficado na quarta colocação do evento.

Todas as equipes semifinalistas são remuneradas. A CBF vai receber 44 milhões e ficará com a diferença de R$ 33 milhões. O acerto com os jogadores foi feito antes de a Copa começar, entre o presidente da CBF e alguns jogadores do time como Thiago Silva, Fred, Paulinho e Julio Cesar.

Marin recupera, dessa forma, os R$ 15 milhões investidos na modernização da Granja Comary, em Teresópolis (RJ), onde o time de Felipão montou a sua base para a competição, de modo a continuar levando as seleções para ter preparação na cidade serrana do Rio de Janeiro.

Felipão e todos os jogadores disseram que as condições de trabalho oferecidas pela CBF foram boas. Parte da categoria de base pode usar suas dependências em torneios futuros.

A premiação do Brasil poderia ser maior. Caso o time ficasse com o terceiro lugar, perdido em Brasília para a Holanda, a Fifa deixaria no País o equivalente a R$ 50 milhões. Os jogadores só receberiam premiação em porcentagem maior caso fossem campeões do mundo.

Nesse caso, o elenco ratearia metade do prêmio de R$ 78 milhões, oferecido à seleção campeã, no caso para a Alemanha, que derrotou a Argentina por 1 a 0 no Maracanã, na prorrogação, depois de empate sem gols no tempo normal.

O Brasil fez as sete partidas que Felipão esperava na Copa jogada em casa, mas esteve longe de conseguir o seu objetivo. Não pôde contar com seu principal jogador, Neymar, depois do jogo contra a Colômbia, quando se machucou e não atuou mais. O time marcou 11 gols e sofreu 14 no torneio que organizou - 10 deles nas duas últimas partidas, diante de alemães e holandeses.

O presidente Marin esteve no Maracanã para ver a grande final. Subiu no palco com os principais membros da Fifa para cumprimentar as equipes e distribuir medalhas. A Messi, que ficou com o prêmio de Bola de Ouro, o cartola fez elogios, tentou consolá-lo dizendo que "ele era o melhor do mundo". Na verdade, na última eleição da Fifa para o melhor jogador do planeta, ganhou o português Cristiano Ronaldo.

Acompanhe tudo sobre:EsportesJogadores de futebolFutebolCopa do Mundo

Mais de Casual

Gero Fasano lança livro com seus pitacos favoritos

Naomi Osaka transforma Roland Garros numa passarela de alta costura

Grife de óculos que conquistou Meryl Streep abre galeria em São Paulo

Hotel em Cascais e iates na Sardenha marcam nova fase do Fasano