Acompanhe:

Musical Billy Elliot apresenta em São Paulo a força do filme original

"Billy Elliot - O Musical" está em cartaz no Teatro Alfa, em São Paulo, até o dia 28 de abril

Modo escuro

Continua após a publicidade
Os ingressos de "Billy Elliot - O Musical" variam entre R$ 40 e R$ 260 (Instagram/Divulgação)

Os ingressos de "Billy Elliot - O Musical" variam entre R$ 40 e R$ 260 (Instagram/Divulgação)

E
Estadão Conteúdo

Publicado em 15 de abril de 2019 às, 11h27.

Última atualização em 15 de abril de 2019 às, 12h03.

São Paulo — Quando estreou o filme "Billy Elliot", em 2000, fazia dez anos que Margaret Thatcher deixara de ser primeira ministra britânica. Hoje, sua figura controversa tornou-se ainda mais desconhecida do grande público. É feliz, portanto, a decisão da montagem nacional de "Billy Elliot - O Musical", em cartaz no Teatro Alfa, de minimizar sua importância (nem em foto, mrs. Thatcher aparece) e se concentrar na importância da arte (especificamente a dança) na transformação de consciências.

Billy perdeu a mãe, o que desestabilizou a família. Desanimado com as sessões de boxe, o menino descobre uma aula de balé, na qual seu talento se revela. Auxiliado pela senhora Wilkinson, Billy aprende os conceitos básicos que o levarão até o Royal Ballet. Antes, porém, terá de combater o preconceito local. A chance do garoto está na transformação do pai, que percebe ser o filho o único naquela comunidade condenada pelo fracasso a ter êxito na vida.

Eis aí o ponto forte da montagem brasileira. Carmo Dalla Vecchia traz a verdade esperada em Jackie, o pai brutalizado, mas que percebe o talento do garoto. Também Beto Sargentelli, ator especial, como Tony, o irmão cabeça-dura, revela a transformação e aceitação do potencial do menino. A família se completa com a avó e o espectro da mãe, em iluminadas interpretações de Inah de Carvalho e Sara Sarres. Finalmente, Vanessa Costa traz a garra esperada como sra. Wilkinson.

O espetáculo, porém, tem sua força na presença dos garotos. Billy é defendido alternadamente por Pedro Sousa, Tiago Fernandes e Richard Marques. Com características distintas, eles apresentam o menino que descobre, aos poucos, a força de seu talento. Surpreendem também como bailarinos, com passos precisos. Outro destaque é o trio Felipe Costa, Paul Gomes e Tavinho Canalle, que vive Michael, o amigo de Billy, que não se importa em se vestir de mulher. É encantadora a forma como eles mostram isso, sem trejeitos. Fortalece a mensagem contra o preconceito, que marca a peça. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

BILLY ELIOTT

Teatro Alfa. Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, tel. (011) 5693-4000. 6ª, 20h30; Sáb., 15h/20h; dom., 14h/18h. Ingressos: de R$ 40 a R$ 260. Até 28/4.

Últimas Notícias

Ver mais
Jato brasileiro é queridinho dos milionários e o mais vendido do mundo
Casual

Jato brasileiro é queridinho dos milionários e o mais vendido do mundo

Há 14 horas

A estratégia da Jose Cuervo para que a tequila seja lembrada para além do shot
Casual

A estratégia da Jose Cuervo para que a tequila seja lembrada para além do shot

Há um dia

Accor: rede francesa planeja inaugurar 12 hotéis no Brasil até o fim do ano
Casual

Accor: rede francesa planeja inaugurar 12 hotéis no Brasil até o fim do ano

Há 2 dias

Os 5 melhores filmes e séries para maratonar no fim de semana
Casual

Os 5 melhores filmes e séries para maratonar no fim de semana

Há 2 dias

Continua após a publicidade
icon

Branded contents

Ver mais

Conteúdos de marca produzidos pelo time de EXAME Solutions

Exame.com

Acompanhe as últimas notícias e atualizações, aqui na Exame.

Leia mais