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Apresentado por KLM

KLM celebra 80 anos no Brasil como elo estratégico entre mercados globais

Companhia investe em modernização de frota, digitalização e experiência premium a bordo, garantindo conexões que impulsionam negócios, turismo e intercâmbio cultural

KLM: companhia holandesa completa 80 anos de operação no mercado brasileiro (KLM/Divulgação)

KLM: companhia holandesa completa 80 anos de operação no mercado brasileiro (KLM/Divulgação)

EXAME Solutions
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Publicado em 26 de fevereiro de 2026 às 10h00.

Quando o primeiro voo da KLM pousou no Rio de Janeiro, em 1946, o transporte aéreo internacional ainda dava seus primeiros passos em um contexto de pós-guerra. O que começou como uma rota estratégica ligando o Brasil à Europa transformou-se, ao longo de oito décadas, em uma das relações mais duradouras da aviação comercial no país. Em 2026, a companhia holandesa completa 80 anos de operação no mercado brasileiro, um marco raro em um setor marcado por volatilidade, fusões e descontinuidades.

“Celebrar 80 anos no Brasil é celebrar uma relação construída com confiança e visão de longo prazo. Crescemos junto ao país, ampliamos nossa conectividade e mantivemos um compromisso constante com qualidade e proximidade com nossos clientes”, destaca Manuel Flahault, diretor-geral do Grupo Air France-KLM na América do Sul.

Atualmente, a companhia mantém voos diários a partir do Rio de Janeiro e de São Paulo, conectando os dois principais polos econômicos do país ao seu hub global em Amsterdã.

A relevância da operação brasileira, no entanto, não se resume ao tráfego de passageiros entre Brasil e Holanda. O aeroporto de Amsterdã-Schiphol funciona como plataforma de conexão para mais de 160 destinos na Europa, Ásia, Oriente Médio e África.

Essa malha transforma a operação brasileira em um elo estratégico entre mercados. Para viajantes corporativos, representa acesso eficiente aos principais centros financeiros europeus. Para o turismo, amplia o leque de destinos com uma única conexão.

“Somos uma ponte histórica entre Brasil e Holanda, uma conexão que vai além do transporte aéreo. Facilitamos o intercâmbio cultural, negócios, turismo, inovação e educação. O conceito Travel Well reflete exatamente isso: viajar bem é estabelecer conexões significativas e genuínas”, diz Flahault.

Tradição e inovação no mesmo lugar

Fundada em 1919, a KLM é reconhecida como uma das companhias aéreas mais tradicionais do setor — e a mais antiga do mundo ainda operando com seu nome original. A atuação longeva, por outro lado, exige uma grande capacidade de adaptação às constantes mudanças do mercado.

Neste contexto, Flahault reforça que tradição e inovação não são conceitos opostos, mas complementares. “A tradição nos dá base e credibilidade. Já a inovação nos mantém relevantes e competitivos”, afirma.

Nos últimos anos, a empresa investiu na modernização de cabines, na ampliação de serviços digitais e em soluções que tornam a jornada mais fluida. Entre elas, estão o Wi-Fi gratuito em voos na Europa e o recurso Find My Bag para acompanhamento de bagagens.

“O setor aéreo passou por uma grande transformação nos últimos anos, impulsionada pela digitalização, por novos perfis de viajantes e por uma demanda crescente por personalização e conforto. Temos evoluído junto com esse cenário, sempre preservando nossa identidade e o cuidado com a experiência do cliente”, diz o executivo.

A agenda de eficiência e sustentabilidade também ganhou espaço na companhia, com a renovação gradual da frota e a adoção de tecnologias mais econômicas em consumo de combustível.

Uma ponte entre diferentes culturas

Miniatura Delft: distribuídas na World Business Class. Peças colecionáveis remetem à arquitetura e à história holandesa (KLM/Divulgação)

A estratégia da KLM de mesclar tradição e inovação também pode ser observada na experiência de bordo oferecida pela companhia. Ao longo desses 80 anos, a prática se transformou, acompanhando mudanças no perfil do passageiro e no padrão de consumo. Se nas décadas iniciais voar era um evento social reservado a poucos, hoje a demanda envolve conectividade, personalização e eficiência.

Segundo Flahault, apesar das mudanças, a companhia preserva elementos que reforçam sua identidade cultural. Um dos ícones são as tradicionais casas em miniatura Delft distribuídas na World Business Class, peças colecionáveis que remetem à arquitetura e à história holandesa. Lançadas anualmente no aniversário da KLM, representam prédios reais e históricos da Holanda. A presença desses símbolos ao longo das décadas ajudou a consolidar a imagem da empresa como representante da cultura dos Países Baixos no exterior.

“A experiência de bordo evoluiu em conforto, entrega e individualização, acompanhando um passageiro que busca mais privacidade, tecnologia e atenção aos detalhes, algo que sempre fez parte do DNA da KLM”, afirma Flahault.

No mercado brasileiro, a adaptação também passa pela valorização de referências locais. A parceria com o chef Rodrigo Oliveira, responsável pelos menus nos voos que partem do país, há mais de 10 anos, é um exemplo de como a companhia busca equilibrar identidade global e conexão regional.

“O marco de oito décadas no mercado brasileiro espelha o nosso compromisso com o futuro. É reconhecer todas as histórias compartilhadas com o público brasileiro e olhar para os próximos anos com a mesma visão de longo prazo que nos trouxe até aqui”, conclui o executivo.

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