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Feira Literária do Tocantins termina domingo

O evento teve a participação de autores brasileiros e 11 palestrantes estrangeiros, além de shows com artistas nacionais e internacionais

Feira Literária Internacional do Tocantins: a programação incluiu o 1º Seminário Nacional do Plano do Livro e da Leitura, que discutiu políticas de promoção à leitura (Foto Divulgação Marcio Vieira/Secom-TO)

Feira Literária Internacional do Tocantins: a programação incluiu o 1º Seminário Nacional do Plano do Livro e da Leitura, que discutiu políticas de promoção à leitura (Foto Divulgação Marcio Vieira/Secom-TO)

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Da Redação

Publicado em 13 de julho de 2012 às 17h46.

Brasília – Depois de quase quatro meses, a Feira Literária Internacional do Tocantins (Flit) chega ao fim no próximo domingo (15) na capital Palmas. É a oitava vez que o encontro literário ocorre no estado.

Desde abril, a feira passou por 12 cidades do estado, o mesmo caminho feito pela Coluna Prestes no estado, movimento de tenentes e capitães liderados por Luis Carlos Prestes que percorreu o interior do país, entre 1925 e 1927, defendendo mudanças políticas e sociais, como a implantação do voto secreto. Durante a feira, foi reaberto o Memorial Coluna Prestes, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e que estava fechado há quase oito anos.

O evento teve a participação de autores brasileiros e 11 palestrantes estrangeiros, além de shows com artistas nacionais e internacionais e apresentações de danças típicas tocantinenses, como o congo e os folguedos.

Um dos palestrantes foi o carioca Alexandre Acampora, que está escrevendo um livro sobre a influência cultural africana no sudeste do Tocantins. Ele aproveitou a feira para conversar com o público “sobre desejos e expectativas ao texto e criar um ambiente de receptividade”.

Para o secretário estadual de Educação, Danilo de Melo, o evento serve para a população ter acesso à diversidade cultural. Em algumas das cidades visitadas, a literatura de cordel foi usada, por exemplo, para estimular o hábito da leitura e da escrita. “Se a pessoa não usa a língua escrita no cotidiano, acaba voltando à condição de analfabeto”, explica.

A programação incluiu o 1º Seminário Nacional do Plano do Livro e da Leitura, que discutiu políticas de promoção à leitura, e o Encontro de Academias de Letras, que reuniu as academias de 16 estados e a União Brasileira de Escritores, além de palestras sobre gravidez na adolescência e campeonatos de pipa, badminton e tênis de mesa. A Flit será encerrada com show da cantora Elba Ramalho.

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