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Cinco curiosidades sobre o saquê, a bebida mais tradicional do Japão

Com os holofotes voltados para Tóquio por causa das Olimpíadas, o bebida fermentada mais tradicional do Oriente deve brilhar em outras partes do mundo
 (Getty Images/TOSHIFUMI KITAMURA)
(Getty Images/TOSHIFUMI KITAMURA)
Por Matheus DoliveiraPublicado em 13/07/2021 14:19 | Última atualização em 13/07/2021 14:19Tempo de Leitura: 4 min de leitura

O saquê está para os japoneses assim como a cachaça está para os brasileiros. Embora registros históricos indiquem que a bebida tenha sido inventada na China de 7 mil anos atrás, foi no Japão onde o fermentado de arroz se consolidou, tanto nos copos quanto na cultura.

As marcas de saquê mais antigas e reconhecidas do mundo, como a Junmaishu, Honjouzoshu e Ginjoshu, são sediadas no Japão, onde a bebida é consumida em bares e restaurantes mas também é utilizada para selar grandes negócios e até mesmo para celebrar visitas diplomáticas.

Com as olimpíadas de Tóquio que começam no próximo dia 23 de julho, o mundo deve olhar com mais atenção para a cultura e os hábitos dos japoneses, o que incluirá, certamente, a bebida fermentada mais tradicional do Oriente. À pedido da EXAME, a Azuma Kirin, fabricante japonesa de saquê, lista 5 curiosidade sobre a bebida. Confira:

 

 

Como o saquê é produzido?

O processo de produção do saquê não é simples, começando com o polimento do arroz, processo que busca conservar apenas a parte central do grão, onde se encontra o amido. Quanto maior o grau de polimento do grão, mais nobre será o saquê. Após o polimento, o arroz é lavado e cozido no vapor, depois, começa a ser fermentado na água e no koji, que confere mais complexidade de sabor e aroma à bebida. “Como a fermentação é feita de forma 100% natural, sem adição de aditivos químicos, a qualidade do grão do arroz, características da água utilizada e do koji são fundamentais para o resultado final da bebida,” explica Rodrigo Peca, especialista em saquê e Gerente geral da Kikkoman do Brasil.

O que é o Koji?

As fábricas que produzem saquês são tradicionalmente conhecidas como Sakaguras. Os três principais ingredientes para a produção da bebida são: água, arroz e o Koji. O Koji é uma mistura de microrganismos utilizados para a conversão do amido do arroz em açúcar, o que ajuda nos aromas e sabores presentes na bebida final. 

Como o saquê é consumido no Japão?

No Japão, a forma mais tradicional de se beber saquê é antes das refeições, junto de aperitivos. Entretanto, o consumo da bebida como acompanhamento de refeições vem se popularizando nas últimas duas décadas. 

Como escolher o melhor saquê?

Não existe certo ou errado na hora de escolher a bebida, já que a escolha vai depender do paladar de quem consome. O que diferencia os tipos de saquê são os aromas e sabores, relacionados a forma como os rótulos foram produzidos. Alguns saquês são mais frutados e refrescantes, como o Guinjo e Namazake, enquanto outros são mais encorpados e expressivos, como o Junmai.

Qual o saquê ideal para cada ocasião?

O saquê mais indicado para cada ocasião depende do prato a ser escolhido e até da temperatura em que a bebida fermentada será consumida.

  • Saquê Comum: é menos complexo em sabores e aromas e passa a sensação de ser mais alcoólico. Incolor, com sabor neutro e final seco, é ideal para misturas com frutas cítricas (as famosas caipirinhas de saquê) e apropriado para o uso na culinária, como substituto do vinho em algumas receitas. 
  • Soft: indicado para quem busca um sabor mais discreto, o Saquê Soft tem propriedades mais suaves e frutadas ao paladar. É uma boa opção para degustar puro ou em drinks leves, pois possui menor teor alcoólico e permite que a fruta se destaque. 
  • Dourado: é um saquê para uma legítima experiência oriental, com aroma fresco e frutado, sabor suave e acidez na medida certa. Perfeito para consumo puro ou em drinks mais elaborados, o saquê dourado é considerado um produto de alta qualidade e é muito apreciado no Japão. 
  • Nama: é um tipo de saquê frutado e cítrico. Esses rótulos passam por uma menor pasteurização em comparação aos demais saquês, pro isso os Nama são conhecidos como “saquê cru”. Por este motivo, o Nama é considerado uma bebida volátil e pede atenção especial na forma de consumo e armazenamento: deve ser sempre refrigerado e consumido em dias quentes.