Google (user25996429/Freepik)
Redatora
Publicado em 25 de dezembro de 2025 às 05h00.
Dar feedback efetivo, direto e construtivo ainda é uma das tarefas mais difíceis — e mais importantes — para quem ocupa posições de liderança.
De acordo com Brian Glaser, diretor de aprendizagem do Google, essa habilidade continua sendo um dos maiores desafios para profissionais em cargos de gestão, mesmo em um mercado que precisa de líderes capazes de executar com agilidade em meio à transformação digital, mudanças geopolíticas e evolução constante das tecnologias.
Enquanto o interesse por desenvolvimento em liderança cresce — com recordes de buscas no Google por termos como “como liderar uma equipe” e “melhores práticas de liderança” —, Glaser chama atenção para um ponto específico onde muitos gestores ainda evitam dar feedbacks críticos por medo de parecerem duros ou perderem a simpatia da equipe.
O resultado é um ciclo de estagnação e erros que se repetem. As informações foram retiradas da CNBC Make It.
Um dos maiores obstáculos no caminho de quem deseja liderar com excelência é encarar o desconforto. Dizer a alguém que precisa melhorar, por mais desafiador que seja, é uma etapa necessária para construir equipes mais fortes e produtivas.
Para gestores que almejam cargos mais estratégicos ou querem elevar seu desempenho, dominar a arte de fornecer feedbacks eficazes é um diferencial competitivo. Mais do que técnica, é uma questão de prática constante, reforça Glaser. “Sabemos que, por meio de boas práticas, os gerentes podem fazer isso — e isso realmente faz a diferença”, ele comenta.
Essa habilidade não é apenas desejável — é crítica. E, como mostra a crescente demanda por treinamentos corporativos voltados à liderança, os profissionais que mais crescem são justamente aqueles que conseguem transformar o feedback em um motor de performance.
O cenário empresarial atual, em que decisões precisam ser tomadas com agilidade e base em dados, exige que líderes saibam conduzir suas equipes com clareza, visão e capacidade de execução. Evitar conversas difíceis pode parecer mais confortável no curto prazo, mas compromete o desempenho e o crescimento de longo prazo.
No fim, como Glaser resume, ser um bom líder “não é sobre agradar, é sobre evoluir”. E quem domina essa habilidade tem nas mãos uma vantagem estratégica para acelerar sua carreira e gerar resultados concretos.
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