(Reprodução/LinkedIn)
Redatora
Publicado em 20 de janeiro de 2026 às 09h59.
Última atualização em 20 de janeiro de 2026 às 10h37.
A startup Emergent, criada pelos irmãos gêmeos indianos Mukund e Madhav Jha, está no centro de uma revolução no desenvolvimento de software. A empresa acaba de levantar US$ 70 milhões em uma rodada de investimentos.
O modelo de negócios da Emergent se apoia em um mercado de pessoas e empresas sem conhecimento em programação, mas que precisam desenvolver soluções digitais sofisticadas, com velocidade, qualidade e baixo custo.
Segundo o CEO Mukund Jha, 80% dos usuários da plataforma nunca viram uma linha de código antes. As informações foram retiradas do Business Insider.
O conceito de "vibe coding", que é uma abordagem de desenvolvimento de software onde você descreve a ideia que quer criar em uma linguagem natural e uma IA traduz em um código funcional, foi adotado pela startup como base de sua tecnologia, permite que qualquer pessoa desenvolva aplicativos sem saber programar.
Em pouco mais de um ano, a empresa saltou de uma receita recorrente anual de US$ 50 mil para US$ 5 milhões, com mais de 5 milhões de usuários ativos.
“A Emergent está crescendo em um ritmo que raramente vemos, porque atende um segmento que nunca foi servido”, afirmou Vinod Khosla, fundador da Khosla Ventures.
A nova rodada de investimentos, classificada como Série B, ocorreu apenas três meses após a empresa captar US$ 23 milhões em sua rodada Série A, um indício claro de que, no atual mercado aquecido de IA, as startups com tração real e soluções transformadoras estão acelerando a captação.
Casos de uso práticos mostram o alcance dessa tecnologia. Um dono de fábrica no México, por exemplo, criou sozinho um sistema de gestão que hoje é utilizado diariamente por 500 trabalhadores. Uma microbiologista, por sua vez, desenvolveu uma experiência completamente nova de audiolivros utilizando a tecnologia da Emergent em parceria com a ElevenLabs.
Esse tipo de aplicação real atrai a atenção de investidores, especialmente em um momento em que o foco do capital de risco está na eficiência operacional, automação e escalabilidade. Para executivos de finanças corporativas, entender a movimentação por trás dessas rodadas é essencial para antecipar tendências, avaliar riscos e identificar potenciais aquisições, parcerias ou investimentos diretos.
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