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Gastos corporativos com a alimentação caem e crescem os de combustível

Pesquisa do VExpenses com 1.423 empresas aponta que gastos corporativos apresentam mudanças com a adoção do home office

O VExpenses, plataforma que automatiza a gestão de despesas dos funcionários, lança o estudo “Cenário das Despesas Corporativas no Brasil — 2021”, que traz panorama de gastos das empresas nos últimos quatro anos com relação a reembolsos, adiantamentos, cartões corporativos e fundos fixos. Em 2021, comparado a 2018, houve uma redução expressiva nos volumes totais gastos por colaboradores em nome da empresa. E, com o home office, gastos como materiais de escritório, celulares, internet, ganharam destaque. Além disso, cresce todos os anos os gastos com combustível.

A pesquisa comparou os volumes totais gastos pelos colaboradores das empresas entre 2018 e junho de 2021, apresentando que a pandemia trouxe uma grande redução nos volumes totais gastos por eles em nome da empresa. Dentre as despesas citadas, alimentação representou 23% dos gastos em 2021, seguidas por combustível com 22% e quilometragem com 21%. Porém, ao longo dos anos, a alimentação tem perdido representatividade, enquanto o combustível cresce todo ano, principalmente com o aumento de 28% da gasolina em 2021.

Outro dado importante é que, com a adoção do home office, algumas contas que eram menos comuns ganharam destaque. Em 2021, 22% das empresas tiveram colaboradores prestando contas de gastos com Correios e malotes. Outros exemplos dessa mudança são as despesas de material de escritório e telefone, internet, e celular, em que, respectivamente, 19% e 14% das empresas apresentaram despesas do tipo.

O estudo ainda avaliou como os colaboradores realizavam o pagamento de suas despesas. A maioria dos gastos foram pagos via reembolso (54%), seguido por cartão corporativo (32%), faturado (9%), adiantamento (4%) e fundo fixo (1%).

“Este estudo é uma maneira do VExpenses contribuir ativamente na evolução de boas práticas de gestão no mercado brasileiro. Esta pesquisa acontecerá periodicamente daqui em diante e estamos muito felizes em poder apresentar ao mercado”, afirma Thiago Campaz, CEO da empresa.

O estudo contou com a colaboração de 1.423 empresas, em que 70% delas estão localizadas na região sudeste, seguida pela região sul com 19% e a região nordeste com 6%. Em termos de estados, São Paulo conta com 58% das, seguido por Paraná, Minas Gerais e Santa Catarina. Vale ressaltar que elas também foram classificadas em três diferentes portes: Pequena, média e grande. A composição da amostra ficou equilibrada, com empresas grandes representando 26,4% do total, médias 40,8% e pequenas 32,8%.

“A pandemia do coronavírus fez os anos de 2020 e 2021 apresentarem comportamentos completamente diferentes dos períodos anteriores. Em todos os âmbitos, foi possível observar uma grande reformulação dentro das empresas, principalmente para equilibrar os gastos financeiros que foram altamente afetados. Fazer esse panorama mostrou o quanto precisamos ficar atentos daqui em diante e provou ainda mais que a tecnologia é uma grande aliada para reduzir os custos das companhias”, declara o CEO.

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