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Tropa de Choque dispersa manifestantes na Rodovia Castello Branco em São Paulo

O governador do Estado, Rodrigo Garcia, tinha acionado a PM na última terça-feira, e admitido o uso da força

Protestos contra o PT em todo o Brasil (Estadão/Exame)

Protestos contra o PT em todo o Brasil (Estadão/Exame)

Carlo Cauti
Carlo Cauti

2 de novembro de 2022, 12h53

A Tropa de Choque da Polícia Militar foi acionada nesta quarta-feira, 2, pelo governo do Estado de São Paulo para dispersar os manifestantes na Rodovia Castello Branco, que liga a capital paulista com o interior.

Foram utilizadas bombas de efeito moral e jatos de água para dispersar as pessoas que estão protestando contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República, bloqueando as pistas tanto no sentido capital como no sentido interior.

Os confrontos entre policiais e manifestantes ocorre próximo a cidade de Barueri (SP). Um grupo de pessoas chegou a se ajoelhar diante dos policiais para impedir que avançassem, mas foram removidos.

Ha famílias inteiras protestando na Rodovia Castello Branco, junto com crianças.

Governo de São Paulo condena os bloqueios e determinou a atuação da PM

Na última terça-feira, 1, o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB) determinou a atuação da Polícia Militar para dispersar os protestos e acabar com os bloqueios nas rodovias.

O governador seguiu uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou policiais estaduais para intervir em rodovias federais. Garcia afirmou que o uso da força seria aplicado caso necessário.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal de São Paulo, não há mais nenhum ponto de bloqueio total no estado. Em todos os trechos há ao menos uma das pistas liberada.

Ao menos 15 outros estados ainda registram bloqueios, que acontecem desde as primeiras horas do dia após a divulgação do resultado das eleições presidenciais.