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Rodrigo Pacheco não será candidato ao governo de MG, diz presidente do PT

Senador aparecia como um dos principais nomes defendidos por Lula para liderar a chapa mineira

Mateus Omena
Mateus Omena

Repórter

Publicado em 19 de maio de 2026 às 16h35.

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O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou nesta terça-feira, 19, que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) não disputará o governo de Minas Gerais nas eleições deste ano. A declaração indica o encerramento das articulações do partido para lançar o parlamentar como aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado.

“Em Minas Gerais, nós estávamos trabalhando com a candidatura do Rodrigo Pacheco. Infelizmente, ele optou por não ser candidato. Nós reabrimos o diálogo em Minas Gerais. Estamos conversando com várias lideranças e tenho certeza que vamos construir uma candidatura forte, um palanque forte para o presidente [Lula] em Minas Gerais”, afirmou Edinho durante entrevista ao Warren Investimentos.

Desde o início das negociações do PT e do governo federal para definir alianças estaduais, Pacheco aparecia como um dos principais nomes defendidos por Lula para liderar a chapa mineira. Minas Gerais é considerado um dos estados centrais para a disputa presidencial por concentrar o segundo maior eleitorado do país.

Apesar das movimentações políticas, o senador nunca oficializou intenção de concorrer ao governo estadual. Ainda assim, reconheceu publicamente conversas com integrantes do PT e com Edinho Silva. Em abril, Pacheco deixou o PSD e se filiou ao PSB, legenda do vice-presidente Geraldo Alckmin.

Ao comentar o cenário político de Minas Gerais, em março deste ano, o senador citou possíveis nomes para compor uma chapa majoritária no estado.

“Aqui do meu lado, inclusive, está um excelente quadro, que é a prefeita Marília Campos, de Contagem, como temos o ex-prefeito [de Belo Horizonte] Alexandre Kalil, o [ex-vereador de BH] Gabriel Azevedo, o presidente da Assembleia [Legislativa de Minas Gerais], Tadeu Leite. São nomes que surgem para uma composição majoritária que precisam estar na mesa para poder dialogar e chegar num consenso”, disse Pacheco.

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