Brasil

Temer veta participação de 100% de estrangeiras em aéreas

Cumprindo acordo costurado com senadores, Temer vetou a liberação total de capital estrangeiro para participar de companhias aéreas brasileiras


	Michel Temer: dispositivo vetado consta em lei sancionada nesta segunda-feira por Temer
 (Reuters/Nacho Doce)

Michel Temer: dispositivo vetado consta em lei sancionada nesta segunda-feira por Temer (Reuters/Nacho Doce)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de julho de 2016 às 21h10.

Cumprindo acordo costurado com senadores, o presidente interino Michel Temer vetou a liberação total de capital estrangeiro para participar de companhias aéreas brasileiras.

O dispositivo vetado consta em lei sancionada nesta segunda-feira (25) por Temer que trata de modificações no setor aéreo como a reestruturação dos débitos da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) com a União.

A nova legislação provém de uma medida provisória enviada em março pela presidente afastada Dilma Rousseff, que ampliava de 20% para 49% a permissão de participação de capital estrangeiro nas empresas de aviação civil do país.

Durante tramitação do texto na Câmara, o governo Temer atuou para expandir o percentual para 100%.

Porém, diante da resistência de senadores, que desejam estudar mais o assunto por se tratar de uma questão complexa, os governistas se comprometeram em vetar este aumento.

De acordo com o Palácio do Planalto, os demais trechos da matéria foram sancionados integralmente por Temer.

Aprovada no Senado no fim de junho, a medida provisória também institui a cobrança de tarifa adicional do passageiro que fizer conexão.

Acompanhe tudo sobre:PolíticosPolíticos brasileirosPolítica no BrasilMichel TemerMDB – Movimento Democrático Brasileirocompanhias-aereasGoverno

Mais de Brasil

Helicóptero de passeio faz pouso de emergência no mar da Barra da Tijuca

Lula exonera Alckmin e Gleisi Hoffman para Eleições de 2026

Avião de pequeno porte cai no Rio Grande do Sul

Cartão de crédito será aceito em todas as estações do Metrô de SP, diz CEO da Autopass