Brasil

STF: Marco Aurélio pede inclusão de ação sobre 2ª instância na pauta

Caberá à presidente do Supremo, Cármen Lúcia, decidir quando será incluído na pauta do tribunal o processo que revisa entendimento sobre prisão

STF: PCdoB apresentou a ação na terça-feira e usou como argumento o caso envolvendo a prisão do ex-presidente Lula (STF/Divulgação)

STF: PCdoB apresentou a ação na terça-feira e usou como argumento o caso envolvendo a prisão do ex-presidente Lula (STF/Divulgação)

R

Reuters

Publicado em 19 de abril de 2018 às 18h01.

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu na tarde desta quinta-feira a inclusão na pauta do plenário da corte a ação movida pelo PCdoB que defende a revisão da execução da pena após a condenação e o fim dos recursos em segunda instância.

O partido apresentou a ação na terça-feira e usou como argumento o caso envolvendo a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Caberá à presidente do STF, Cármen Lúcia, decidir quando fará a inclusão do processo na pauta.

Essa é a terceira ação declaratória de constitucionalidade (ADC) que busca rediscutir o entendimento firmado pela corte, em 2016, sobre a possibilidade de se executar pena após o fim dos recursos em segunda instância.

As duas outras, também relatadas por Marco Aurélio, foram apresentadas pelo Partido Ecológico Nacional (PEN) e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e esperam a inclusão na pauta do plenário desde dezembro.

A presidente do Supremo tem resistido a pautar esse tipo de ação por entender que não há motivos para a corte reavaliar um assunto dois anos depois de ter firmado um entendimento.

Acompanhe tudo sobre:JustiçaPrisõesLuiz Inácio Lula da SilvaSupremo Tribunal Federal (STF)Eleições 2018

Mais de Brasil

Douglas Ruas é oficializado candidato ao governo do Rio pelo PL

Pesquisa Real Time: Lula tem 36% e Flávio Bolsonaro, 31%, no 1º turno no Amapá

Real Time Big Data: Rayssa Furlan tem 32% e Randolfe, 18%, em corrida pelas vagas do Amapá no Senado

Real Time Big Data: Dr. Furlan tem 66% e Clécio Luís, 30%, no 1º turno no Amapá