Brasil

Senado aprova projeto que reduz ICMS para empresas

O plenário do Senado aprovou projeto ue estabelece alíquota única do imposto de 3,95% sobre produtos sujeitos a substituição tributária


	Pequenas empresas: mudanças beneficiam especialmente as micro e pequenas empresas
 (.)

Pequenas empresas: mudanças beneficiam especialmente as micro e pequenas empresas (.)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de março de 2015 às 22h45.

Priorizar nos meus resultados Google

O plenário do Senado aprovou hoje (24) projeto de lei que estabelece alíquota única do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 3,95% sobre produtos sujeitos a substituição tributária.

Atualmente, as empresas pagam a alíquota cheia do ICMS quando compram a matéria-prima de seus fornecedores e também pagam a alíquota de 3,9% quando vendem para seus clientes – e ainda sobre a venda presumida, ou seja, aquela que ainda não aconteceu.

Pelo texto do projeto, elas deixarão de pagar a alíquota cheia na primeira transação e passam a pagar a alíquota única de 3,9%.

A proposição também prevê outra forma de ganho para as empresas. Atualmente, elas só têm restituído o ICMS pago pelas vendas presumidas que não acontecem.

Com o projeto, elas passarão a reaver também a diferença do valor pago quando o imposto tiver sido cobrado considerando base de cálculo acima do preço efetivamente realizado.

As mudanças beneficiam especialmente as micro e pequenas empresas, porque elas são as que mais têm dificuldade em compensar o imposto cobrado sobre a compra e a venda de produtos.

O texto foi aprovado por 57 votos a um no Senado e teve apenas emendas de redação. Agora ele segue para a Câmara dos Deputados. Se sofrer alterações precisará retornar para análise dos senadores.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPolítica no BrasilSenadoImpostosLeão

Mais de Brasil

Fachin fixa data para julgar casos de Moraes e Mendonça no STF; entenda

Previsão do tempo no RJ: até quando o tempo instável continua?

Previsão do tempo no RS: quando o tempo volta a ficar estável no estado?

Caso Master e a crise no STF: veja a linha do tempo da guerra de despachos entre ministros