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Senado aprova instituto do Mercosul sobre direitos humanos

O mecanismo internacional tem objetivo de contribuir para fortalecer o Estado de Direito nos países signatários do bloco

Mercosul: na prática, o IPPDH existe desde 2009, mas o Congresso Nacional precisava confirmar a sua criação (Norberto Duarte/AFP)

Mercosul: na prática, o IPPDH existe desde 2009, mas o Congresso Nacional precisava confirmar a sua criação (Norberto Duarte/AFP)

AB

Agência Brasil

Publicado em 13 de junho de 2017 às 21h43.

Aprovada há quase sete anos durante a 39ª reunião do conselho do Mercosul, a estrutura do Instituto de Políticas Públicas de Direitos Humanos (IPPDH) foi referendada hoje (13) pelo Senado.

O mecanismo internacional tem objetivo de contribuir para fortalecer o Estado de Direito nos países signatários do bloco e a consolidação dos direitos humanos como eixo fundamental do Mercosul.

Na prática, o IPPDH existe desde 2009, mas o Congresso Nacional precisava confirmar a sua criação. O acordo estabelece que suas linhas estratégicas serão aprovadas pela Reunião de Altas Autoridades na Área de Direitos Humanos e Chancelarias do Mercosul (RAADH).

O órgão diretor do instituto será o Conselho de Representantes Governamentais, integrado por dois representantes de governo de cada país, designados para este fim pela RAADH.

O ato internacional conta com oito artigos e define um conjunto de normas do Mercosul a serem aplicadas aos funcionários do instituto.

Além disso, determina que o funcionamento do IPPDH será financiado com contribuições a cargo dos órgãos governamentais de cada Estado parte.

A estrutura do IPPDH foi aprovada por meio de decreto legislativo, que segue agora para sanção presidencial.

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