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São Paulo confirma o primeiro caso de sarampo em 2026

Segundo a Secretaria de Saúde, a infecção foi identificada em uma criança de seis meses, com histórico de viagem para a Bolívia

Mateus Omena
Mateus Omena

Repórter

Publicado em 11 de março de 2026 às 16h56.

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O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Saúde, confirmou o primeiro caso de sarampo registrado em 2026. A infecção foi identificada em uma criança de seis meses, do sexo feminino, sem registro de vacinação e com histórico de viagem para a Bolívia em janeiro deste ano. O diagnóstico ocorreu em fevereiro, segundo comunicado da pasta.

O governo estadual informou que, em 2025, foram contabilizados dois casos importados da doença no território paulista.

No comunicado, a secretaria declarou que "monitora continuamente o cenário epidemiológico do sarampo e reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção".

A confirmação do caso levou a Secretaria de Saúde a reiterar as orientações sobre quem deve receber a vacina contra o sarampo, seguindo o calendário nacional de imunização.

Quem precisa tomar vacina contra o sarampo?

De acordo com a atualização divulgada pelo governo, o esquema de vacinação segue as seguintes recomendações:

  • Crianças: a vacina contra o sarampo integra o Calendário Nacional de Vacinação. A primeira dose deve ser aplicada aos 12 meses de idade com a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A segunda dose é indicada aos 15 meses, com a vacina tetra viral, que inclui proteção contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela.
  • Pessoas de 5 a 29 anos: devem receber duas doses da vacina, com intervalo mínimo de 30 dias entre as aplicações. Indivíduos que comprovarem duas doses da vacina tríplice viral são considerados imunizados.
  • Pessoas de 30 a 59 anos: a recomendação é a aplicação de uma dose da vacina. Quem apresentar comprovante de uma dose da tríplice viral é classificado como vacinado.
  • Trabalhadores da saúde: devem receber duas doses da tríplice viral, conforme a situação vacinal registrada, independentemente da idade. A comprovação de duas doses define a condição de imunização desses profissionais.
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