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Rio faz exames para identificar hepatite

Além de realizar testes, a Secretaria de Saúde alerta alguns cuidados para prevenir a hepatite


	Enfermeiro aplica vacina em paciente: a partir das 19h, os pedestres que passarem por baixo do Viaduto Negrão de Lima poderão realizar testes de sangue no trailer da secretaria
 (Getty Images)

Enfermeiro aplica vacina em paciente: a partir das 19h, os pedestres que passarem por baixo do Viaduto Negrão de Lima poderão realizar testes de sangue no trailer da secretaria (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 4 de setembro de 2013 às 13h31.

Rio de Janeiro – A Secretaria Estadual de Saúde (SES) escolheu o bairro de Madureira, na zona norte do Rio, para promover a campanha de alerta às hepatites B e C.

A partir das 19h, os pedestres que passarem por baixo do Viaduto Negrão de Lima poderão realizar testes de sangue no trailer da secretaria. Se o resultado for positivo, as pessoas serão encaminhadas a unidades especializadas para realizar outros exames. O local foi escolhido devido a grande movimentação de pessoas.

Além do exame, os enfermeiros darão orientações sobre as formas de prevenção e, caso a pessoa esteja infectada, explicarão o tratamento. Médicos destacam que muita gente não sabe que é portadora da doença, já que a hepatite é assintomática. Quando os sintomas começam a aparecer, a doença pode estar em fase avançada.

A Secretaria de Saúde alerta que, para prevenir a hepatite, as pessoas devem utilizar preservativo na relação sexual, não dividir objetos pessoais que possam ter contato com sangue, lavar bem os alimentos, higienizar as mãos periodicamente e tomar as três doses da vacina.

“A gente tem feito palestras e atividades para que pessoas de até 49 anos se vacinem nos postos de saúde. São necessárias três doses da vacina para se prevenir da hepatite B. Os jovens podem tomar a vacina em qualquer posto de saúde”, finalizou a coordenadora do Programa de Hepatites Virais da Secretaria, Clarice Gdalevici..

Dados divulgados pela SES apontam que no Rio de Janeiro há 4.409 casos de hepatite C confirmados entre os anos de 2000 e 2011. Para o tipo B, foram registrados 5.622 casos, dos quais 2.313 na capital, entre 2000 e 2010. A secretaria informou que os dados incluem apenas casos diagnosticados o que pode elevar ainda mais o número de infectados, uma vez que ignora as pessoas que não desenvolveram os sintomas ou não fizeram os exames.

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