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Rio de Janeiro registra mais de 72 mil roubos e furtos de celulares em 2025

Número equivale a quase 200 aparelhos roubados por dia, considerando apenas os casos levados à delegacia

Celulares: pesquisadores apontam que o aparelho não costuma aparecer nos sonhos porque tem pouco peso emocional no inconsciente (Pixabay)

Celulares: pesquisadores apontam que o aparelho não costuma aparecer nos sonhos porque tem pouco peso emocional no inconsciente (Pixabay)

Publicado em 1 de fevereiro de 2026 às 12h19.

Última atualização em 1 de fevereiro de 2026 às 12h19.

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O estado do Rio de Janeiro soma mais de 72 mil registros de roubos e furtos de celulares em 2025, segundo dados do Instituto de Segurança Pública.

Foram 72.228 ocorrências ao longo do ano, sendo 25.625 roubos e 46.603 furtos — o equivalente a quase 200 aparelhos levados por dia, considerando apenas os casos formalizados em delegacias.

Na capital fluminense, o Centro lidera as estatísticas. A área atendida pela 5ª Delegacia de Polícia, na região da Mem de Sá, concentrou mais de 4.400 registros, com média de um caso a cada duas horas.

Copacabana também aparece entre os bairros mais afetados, com mais de 3.200 ocorrências, das quais 2.981 foram furtos e 233 roubos.

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Diante do avanço desse tipo de crime, moradores têm adotado estratégias para reduzir prejuízos. Uma prática comum é o uso de dois celulares: o principal, com aplicativos bancários e dados sensíveis, permanece em casa, enquanto um segundo aparelho, mais simples, é usado na rua.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, operações conjuntas das polícias Civil e Militar já permitiram a recuperação de mais de 13 mil celulares e a prisão de mais de 780 suspeitos.

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