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Quem aprova e desaprova o governo Temer em 6 gráficos

Em setembro de 2015, Temer tinha 55% de desaprovação. Desde então, sua avaliação negativa ficou sempre acima dos 60%

Michel Temer: "Perdemos um poeta de primeira grandeza" (Christopher Goodney/Bloomberg/Bloomberg)

Michel Temer: "Perdemos um poeta de primeira grandeza" (Christopher Goodney/Bloomberg/Bloomberg)

Valéria Bretas

Valéria Bretas

Publicado em 15 de outubro de 2016 às 07h00.

São Paulo – A pesquisa Pulso Brasil de opinião sobre o governo do presidente Michel Temer (PMDB), divulgada nesta semana pelo Instituto Ipsos, revelou uma boa notícia para o governo: a aprovação do peemedebista cresceu nove pontos percentuais em um mês. 

Em agosto deste ano, Temer tinha 21% de aprovação. No monitoramento atual, realizado entre 6 e 16 de setembro em 72 cidades brasileiras com 1.200 pessoas, ele alcançou 30%. 

De acordo com a pesquisa isso se deve, em partes, pelo término do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. “Isso colocou fim a um período de grande instabilidade política e social”, diz Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos e responsável pelo estudo Pulso Brasil.

O levantamento constatou que a desaprovação do presidente retraiu oito pontos percentuais no período e fechou com 60% em setembro. Apesar do elevado número de descontentes, a taxa atual é a menor desde setembro de 2015, quando ele era reprovado por 55% dos brasileiros. 

Hoje, a região Sul é a mais insatisfeita, com 65% dos entrevistados que desaprovam o atual chefe de Estado. Em seguida vem a região Sudeste e Nordeste, com 63%, respectivamente. 

A pesquisa também sondou se os entrevistados acreditam que Temer está preparado para reestruturar quatro áreas centrais: a da previdência, a política, a trabalhista e a tributária. Para 5 em cada 10 brasileiros Temer está despreparado. Em contrapartida, 2 em cada 10 acreditam que o governo está preparado para conduzir essas mudanças. 

Veja, nos gráficos, os detalhes sobre quem aprova e desaprova o atual governo.

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