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Quase impossível vice de Alckmin ser do PSDB, diz coordenador da campanha

Justificativa dada pelo presidenciável e tucanos para desempenho nas pesquisas é que intenções devem crescer após convenções e com propaganda eleitoral

Geraldo Alckmin: "Nós vamos com a sandália da humildade" (Vanessa Carvalho/Getty Images)

Geraldo Alckmin: "Nós vamos com a sandália da humildade" (Vanessa Carvalho/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 18 de junho de 2018 às 18h14.

São Paulo - O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) considera "quase impossível" ter um vice do PSDB em sua chapa na disputa pelo Planalto. O governador de Goiás e coordenador político da campanha tucana, Marconi Perillo, afirmou que o partido vai buscar um vice de outro partido.

"Muito difícil, praticamente impossível chapa pura. A ideia é que haja composição com partido que agregue a chapa", disse Perillo, que acompanhou Alckmin em fórum na capital paulista nesta segunda-feira, 18.

Após fazer a afirmação, o coordenador informou Alckmin sobre a declaração dada a jornalistas, quando o presidenciável se aproximou da roda onde estavam Perillo e os jornalistas. "Nós vamos com a sandália da humildade", declarou em seguida o pré-candidato tucano.

O PSDB está programando um evento no começo de julho para lançar um movimento de apoio a Alckmin e formalizar uma aliança com PPS, PSD, PV e PTB, e "esquentar" o cenário para atrair outros partidos.

Tentando justificar o desempenho de Alckmin nas pesquisas eleitorais, os integrantes da pré-campanha e o próprio presidenciável dizem que as intenções de voto devem crescer apenas após as convenções partidárias, no início de agosto, e durante a propaganda eleitoral no rádio e na TV.

"Não chegou a hora de crescer, está cedo ainda", afirmou Perillo.

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