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Promotoria apura uso de laranjas em máfia do ICMS

Segundo promotores do caso, 11 empresas criadas pelas famílias no segmento de empreendimentos e participações estão sendo investigadas


	O ICMS é um imposto não-cumulativo, ou seja, em cada operação é abatido o valor cobrado nas operações anteriores
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O ICMS é um imposto não-cumulativo, ou seja, em cada operação é abatido o valor cobrado nas operações anteriores (.)

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Da Redação

Publicado em 9 de julho de 2015 às 12h11.

São Paulo - Entre os 15 investigados pelo Ministério Público Estadual (MPE) no suposto esquema de desvio de ICMS estão três ex-delegados tributários e suas mulheres e filhos, que teriam sido usados como laranjas para lavar o dinheiro arrecadado com propinas.

Segundo promotores do caso, 11 empresas criadas pelas famílias no segmento de empreendimentos e participações estão sendo investigadas por movimentarem valores milionários em suas contas bancárias.

Ainda de acordo com o MPE, dois delegados foram afastados do cargo, mas permanecem empregados na Secretaria Estadual da Fazenda, porque são servidores de carreira, e um terceiro conseguiu aposentaria após o início das investigações.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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