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Professores da USP decidem manter greve

Professores da universidade estão parados há quase quatro meses


	Protesto na entrada do campus do Butantã, da Universidade de São Paulo (USP)
 (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Protesto na entrada do campus do Butantã, da Universidade de São Paulo (USP) (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2014 às 21h36.

São Paulo - Os professores da Universidade de São Paulo (USP), parados há quase quatro meses, decidiram na noite desta quinta-feira, 11, manter a greve da categoria.

Após a proposta de reajuste de 5,2% feita pelos reitores, docentes e funcionários aguardam a definição sobre o pagamento de abono de 28,6%.

O abono foi proposto pela Justiça do Trabalho para cobrir as perdas salariais desde maio, quando começou a negociação do dissídio.

A concessão do benefício será debatida no Conselho Universitário (CO), órgão máximo da USP, que se reunirá na próxima terça-feira, 16.

Os professores também planejam fazer um ato em frente ao prédio onde ocorrerá o encontro do conselho para pressionar a reitoria.

De acordo com o comunicado da Associação de Docentes da USP (Adusp), a categoria deve manter a paralisação até pelo menos o dia 22, segunda-feira seguinte à reunião do CO.

Na próxima quarta-feira, 17, também está marcada nova audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho.

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