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Procon-SP recebe 900 reclamações sobre compras na Black Friday

Cinco empresas nacionais concentram 24% das reclamações

Quase um terço das queixas (32%) são por atraso ou não entrega dos produtos adquiridos (Ricardo Wolffenbuttel/ SECOM/Divulgação)

Quase um terço das queixas (32%) são por atraso ou não entrega dos produtos adquiridos (Ricardo Wolffenbuttel/ SECOM/Divulgação)

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Agência Brasil

Publicado em 29 de novembro de 2022, 11h20.

O Procon de São Paulo já recebeu 899 reclamações de consumidores com compras realizadas na Black Friday – dia de promoções ocorrido na última sexta-feira (25).

Quase um terço das queixas (32%) são por atraso ou não entrega dos produtos adquiridos. Os falsos descontos são o alvo de 11,57% das reclamações, e 11,23% dos chamados dizem respeito a produtos ou serviços entregues de forma diferente do prometido. Há ainda 10,46% de queixas por mudança de preço ao finalizar a compra.

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Cinco grandes empresas brasileiras de varejo concentram 24,47% das reclamações. O Procon tem ainda uma lista de páginas na internet que já foram identificadas por serem falsas ou oferecerem ofertas enganosas.

O órgão de defesa do consumidor recomenda que antes de comprar o consumidor verifique os dados da empresa, como a consulta ao cadastro nacional de pessoa jurídica (CNPJ) na página da Receita Federal. Também é importante verificar se a empresa tem histórico ou foi criada há poucos dias.

O Procon alerta ainda para a necessidade de verificar os dados do boleto bancário ou pix antes de concluir o pagamento.

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