Brasil

Presidente destaca "caráter pacífico" de atos em defesa do governo

Neste domingo, apoiadores do presidente foram às ruas de várias cidades do país defender reformas e ministros do governo

Ato em favor de Bolsonaro na Avenida Paulista. 26 de maio de 2019 . REUTERS/Marcelo Chello (Marcelo Chello/Reuters)

Ato em favor de Bolsonaro na Avenida Paulista. 26 de maio de 2019 . REUTERS/Marcelo Chello (Marcelo Chello/Reuters)

AB

Agência Brasil

Publicado em 26 de maio de 2019 às 19h47.

Última atualização em 26 de maio de 2019 às 19h58.

O presidente Jair Bolsonaro destacou o caráter pacífico das manifestações deste domingo (26) em apoio ao governo. "O caráter pacífico dos atos de hoje traduz a esperança e a confiança do povo no compromisso que nós políticos temos com o futuro do país", disse o presidente em publicação na rede social Twitter.

Neste domingo, apoiadores do governo foram às ruas de várias cidades do país defender a reforma da Previdência, o pacote anticrime, o porte e posse de armas, além de ministros do governo como o da Justiça, Sergio Moro, e o da Economia, Paulo Guedes.

Acredito que o Brasil caminha cada vez mais para o amadurecimento de sua democracia, com representantes sensíveis aos anseios da sociedade. O caráter pacífico dos atos de hoje traduz a esperança e a confiança do povo no compromisso que nós políticos temos com o futuro do país.

Mais cedo, ainda no Twitter, o presidente destacou que a maior parte dos manifestantes "foi às ruas com pautas legítimas e democráticas, mas há quem ainda insista em distorcer os fatos", referindo-se a pessoas que pediram o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal.

Acompanhe tudo sobre:ProtestosGoverno Bolsonaro

Mais de Brasil

Brasil não pode abrir mão da Lei da Reciprocidade, mas a prioridade é negociar, diz ministro

'É nítido o que estará em jogo nas eleições', diz Boulos após nova tarifa dos EUA ao Brasil

Michelle Bolsonaro reage a pedido de reconciliação de Flávio: 'Eu te desculpo, vamos conversar'

Trivia diz que cumpriu contrato após governo Tarcísio devolver operação das linhas à CPTM