Prefeitura de SP entregou menos da metade dos piscinões contra enchentes

Levantamento mostra que em ao menos oito capitais há baixa execução dos recursos previstos para prevenir acidentes

São Paulo - A forte chuva que deixou mais de 70 pontos de alagamentos em São Paulo e interditou as duas Marginais nesta segunda-feira volta a chamar a atenção para  os investimentos - ou a falta de - na proteção de áreas de risco das cidades brasileiras, sobretudo nas capitais brasileiras. No final de 2019, a prefeitura paulista, já sob a gestão de Bruno Covas (PSDB), anunciou a conclusão de cinco piscinões.

O número está abaixo da meta prevista no início do mandato: de 19, o governo deverá construir apenas 13. Até agora só entregou 8 (42%), menos da metade do prometido no início do mandato.

Em janeiro de 2017 a cidade contava com 24 piscinões, a atual gestão já inaugurou o Guamiranga (ZL), Aricanduva R6 (ZL) e Cordeiro R1 (ZS). Com os cinco do último ano sobe para 32 o número de reservatórios para minimizar os problemas causados pelas enchentes, um aumento de 54,1%. Em 2020 devem ser concluídos mais cinco: Aricanduva R7 e R8 (ZL), piscinão do Córrego Paciência (ZN), Piscinão Lagoa Aliperti (ZS) e Tremembé R5 (ZN).

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