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Polícia prende suspeito de fornecer arma e munição no massacre de Suzano

Atentado aconteceu no dia 13 de março e terminou com a morte de oito vítimas e dos dois atiradores

Polícia Civil prendeu mais dois homens suspeitos de envolvimento na venda de armas e munições usadas em Suzano (Amanda Perobelli/Reuters)

Polícia Civil prendeu mais dois homens suspeitos de envolvimento na venda de armas e munições usadas em Suzano (Amanda Perobelli/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 11 de abril de 2019 às 12h30.

Última atualização em 23 de abril de 2019 às 16h39.

São Paulo — A Polícia Civil prendeu na manhã desta quinta-feira, 11, mais dois homens suspeitos de envolvimento na venda de armas e munições usadas no massacre da Escola Raul Brasil, em Suzano, cidade da Grande São Paulo. O atentado aconteceu no dia 13 de março e terminou com a morte de oito vítimas e dos dois atiradores.

De acordo com a polícia, os dois homens são suspeitos de fornecerem arma para o menor, apontado como o líder do ataque, G. T. M., de 17 anos. O pedido de prisão temporária foi solicitado pelo Ministério Público de São Paulo em conjunto com a Polícia Civil.

Nesta quarta-feira, 10, a Polícia Civil prendeu um homem acusado de vender a arma e parte das munições usadas no massacre da Escola Raul Brasil. O suspeito Cristiano Cardias de Souza, o Cabelo, de 47 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça nesta semana e deve responder por homicídio com dolo eventual - quando se presume que ele assumiu o risco de matar.

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