Cleitinho e Patrus: vantagem do senador é de 8,2 pontos (Agência Senado/Facebook/Reprodução)
Repórter de Brasil e Economia
Publicado em 29 de setembro de 2026 às 09h00.
Última atualização em 29 de setembro de 2026 às 09h08.
Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira, 29, aponta o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) com 41,8% das intenções de voto para o governo de Minas Gerais, seguido por Patrus Ananias (PT), com 33,6%. O levantamento mostra uma disputa concentrada nos dois primeiros colocados, além de simulações de segundo turno e avaliação das gestões estadual e federal no eleitorado mineiro.
Entre os demais nomes testados, Mateus Simões (PSD) pontua com 6,2%, seguido de perto por Alexandre Kalil (PDT) com 5% e Flávio Roscoe (PL) com 4,9%. O pelotão final inclui Gabriel (MDB) com 2,1% e Ben Mendes (Missão) com 2%.
Votos brancos e nulos somam 1,6%, e 1,8% não souberam responder. Indira Xavier (UP) tem 0,2% e Professor Túlio Lopes (PCB), 0,7%.
O detalhamento demográfico explica a vantagem do senador. Cleitinho atinge 69% entre os evangélicos, além de marcar 75,4% entre os eleitores que votaram em Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno de 2022. Seu melhor desempenho por renda ocorre no extrato que ganha até R$ 2.000 (59,8%).
Por outro lado, a base de Patrus Ananias avança no ensino superior, estrato demográfico no qual o petista lidera com 42,8%. Ele também consolida seu núcleo entre os que votaram em Lula no último pleito nacional, alcançando 72% de apoio, e marca 55,2% das intenções entre eleitores agnósticos ou ateus.
Em simulações de segundo turno, o candidato do Republicanos mantém a vantagem numérica sobre os adversários. No embate direto contra o candidato do PT, Cleitinho tem 53,5% contra 40,3% de Patrus Ananias. Brancos, nulos e indecisos somam 6,2% neste cenário.
Se a disputa fosse contra Alexandre Kalil, Cleitinho registraria 51,6% ante 35,2% do pedetista. Já Patrus Ananias venceria o atual governador do estado: o petista marca 42,9% contra 34,9% de Mateus Simões em um eventual confronto de segunda rodada.
A pesquisa também mensurou a avaliação da atual gestão estadual. O governador Mateus Simões é desaprovado por 50% dos eleitores e aprovado por apenas 27%. O atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registra 53% de desaprovação e 46% de aprovação no estado.
No índice de imagem das figuras políticas, Cleitinho possui saldo positivo, com 53% de percepção favorável e 39% negativa. Patrus Ananias apresenta um quadro mais dividido perante o eleitorado, com 44% de imagem negativa contra 41% de menções positivas.
A pesquisa AtlasIntel entrevistou 1.838 eleitores entre 22 e 27 de setembro de 2026, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Estadão e está registrado no TSE sob os protocolos MG-04294/2026 e BR-08984/2026.
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece na liderança com 41,8% das intenções de voto, seguido por Patrus Ananias (PT), com 33,6%.
A diferença entre os dois primeiros colocados foi de 8,2 pontos percentuais. Segundo a pesquisa, o cenário indica uma concentração das intenções de voto nos dois principais candidatos testados.
Na comparação com a rodada anterior do mesmo instituto, Cleitinho passou de 39,7% para 41,8%, enquanto Patrus Ananias passou de 32% para 33,6%. A variação de Patrus ocorreu dentro da margem de erro informada pela pesquisa.
Entre os demais nomes, Mateus Simões (PSD) aparece com 6,2%, seguido por Alexandre Kalil (PDT), com 5%, e Flávio Roscoe (PL), com 4,9%. Também foram citados Gabriel (MDB), Ben Mendes (Missão), Indira Xavier (UP) e Professor Túlio Lopes (PCB).
Na simulação de segundo turno apresentada pela pesquisa, Cleitinho aparece com 53,5% das intenções de voto contra 40,3% de Patrus Ananias. Votos brancos, nulos e eleitores que não souberam responder somam 6,2% nesse cenário.
A pesquisa entrevistou 1.838 eleitores entre 22 e 27 de setembro de 2026, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Estadão e registrado no TSE sob os protocolos MG-04294/2026 e BR-08984/2026.