Segundo a administração do Parque Nacional do Iguaçu, a elevação do nível do rio aumenta o risco de alagamentos nesses trechos, o que motivou a suspensão do acesso ao público (Divulgação Urbia+Cataratas/Eagle Eye Company)
Repórter
Publicado em 11 de outubro de 2026 às 15h26.
Última atualização em 11 de outubro de 2026 às 15h28.
A passarela das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), foi interditada neste domingo após a vazão do Rio Iguaçu atingir 8,8 milhões de litros por segundo, quase seis vezes a média histórica. Segundo a concessionária Urbia+Cataratas, a medida é preventiva e não há previsão de reabertura.
A passarela das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), foi interditada temporariamente na manhã deste domingo após a vazão do Rio Iguaçu alcançar 8,8 milhões de litros de água por segundo. O volume é quase seis vezes superior à média histórica de 1,5 milhão de litros por segundo.
Segundo a concessionária Urbia+Cataratas, responsável pela operação turística no Parque Nacional do Iguaçu, a medida foi adotada de forma preventiva para garantir a segurança dos visitantes.
A interdição teve início às 8h deste domingo e, até o momento, não há previsão para a reabertura.
De acordo com a administração do parque, o acesso voltará a ser liberado quando a vazão do Rio Iguaçu retornar a níveis considerados seguros e não houver expectativa de nova elevação no volume de água.
O aumento da vazão está ligado às chuvas registradas na bacia do Rio Iguaçu, que atravessa diversas regiões do Paraná.
Além da passarela principal, os caminhos das Bananeiras e do Poço Preto também foram fechados temporariamente.
Segundo a administração do Parque Nacional do Iguaçu, a elevação do nível do rio aumenta o risco de alagamentos nesses trechos, o que motivou a suspensão do acesso ao público.
Por outro lado, a Trilha das Cataratas e os mirantes seguem funcionando normalmente. Os visitantes ainda podem observar as quedas d'água por esses pontos, apesar da restrição ao acesso mais próximo das cataratas.
Equipes da Urbia+Cataratas e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) acompanham constantemente as condições do Rio Iguaçu e monitoram a evolução da vazão.
Esta não é a primeira interdição registrada neste ano.
Em setembro, a passarela do lado brasileiro ficou fechada durante quatro dias após a vazão ultrapassar 10 milhões de litros de água por segundo, cerca de sete vezes acima da média histórica.
Já em julho, o acesso também foi suspenso preventivamente quando o volume do Rio Iguaçu superou 9 milhões de litros por segundo, aproximadamente seis vezes o nível considerado normal para as Cataratas do Iguaçu.
Com a nova alta registrada neste domingo, as autoridades mantêm o monitoramento da situação e avaliam diariamente as condições para uma eventual reabertura da passarela.
A passarela foi interditada após a vazão do Rio Iguaçu alcançar 8,8 milhões de litros de água por segundo, quase seis vezes a média histórica de 1,5 milhão. Segundo a concessionária Urbia+Cataratas, o fechamento foi preventivo para garantir a segurança dos visitantes.
A passarela ainda não tem previsão de reabertura. De acordo com a administração do Parque Nacional do Iguaçu, o acesso será liberado quando a vazão retornar a níveis seguros e não houver expectativa de nova elevação.
O aumento da vazão foi causado pelas chuvas registradas na bacia do Rio Iguaçu, que atravessa diversas regiões do Paraná. Equipes da Urbia+Cataratas e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade monitoram as condições do rio.
A passarela principal e os caminhos das Bananeiras e do Poço Preto estão temporariamente fechados. Segundo a administração do parque, a elevação do rio aumenta o risco de alagamentos nesses trechos.
A Trilha das Cataratas e os mirantes continuam funcionando normalmente. Os visitantes ainda podem observar as quedas d'água por esses pontos durante a interdição da passarela principal.
Sim. Em setembro, a passarela ficou fechada por quatro dias após a vazão superar 10 milhões de litros por segundo; em julho, o acesso foi suspenso quando o volume ultrapassou 9 milhões de litros por segundo.